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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos



O Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo, a ideologia queer.

Harald estava intrigado com o fato de porque, apesar de todos os esforços dos políticos e engenheiros sociais para eliminar os "estereótipos de gênero", as garotas seguiam optando por profissões "femininas" -enfermeiras, cabeleireiras, etc.-, enquanto os homens seguiam atraídos por carreiras "masculinas" -técnicos, trabalhadores da construção civil, etc-.

As políticas de igualdade de gênero em seu país fizeram com que a tendência fosse inclusive mais acentuada. Estas políticas sempre defenderam que os sexos são papéis que se adquirem pela cultura e o meio, isto é, que não se nasce homem ou mulher, senão que se "torna".

Para seu documentário, Harald fez algumas perguntas inocentes aos principais pesquisadores e cientistas do NIKK. Depois tomou as respostas e transmitiu-as aos cientistas, líderes em sua área, em outras partes do mundo, sobretudo no Reino Unido e nos Estados Unidos, pedindo-lhes seu parecer sobre os resultados de seus pares noruegueses.

Como era de esperar, os resultados da "falsa ciência" provocaram regozijo e incredulidade entre a comunidade científica internacional, sobretudo porque se baseava em pura teoria, não apoiada por nenhuma pesquisa empírica.

Harald, após filmar essas reações, regressou a Oslo, e mostrou aos pesquisadores do Nikk. Resultou que, quando se defrontaram com a ciência empírica, os "pesquisadores de gênero" ficaram sem fala, e totalmente incapazes de defender suas teorias em relação a revisão da realidade.

A falsidade foi exposta ao ridículo diante de toda a audiência de televisão e as pessoas começaram a perguntar por que era necessário financiar, com 56 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, uma ideologia baseada em pesquisa que não tinha credenciais científicas em nenhum lugar.



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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Como o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

Por Trayce Hansen, Ph.D em Psicologia.

"Como profissionais de saúde mental, é a nossa obrigação moral e ética dar o nosso apoio a políticas que são no melhor interesse das pessoas a quem nós servimos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis - nomeadamente, as crianças. O "casamento" homossexual pode ser algo feito no melhor interesse dos homossexuais adultos que buscam reconhecimento social e legal para as suas uniões, mas não é no melhor interesse das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual acreditam que o amor é tudo o que as crianças precisam. Tendo como base esta suposição, eles concluem que é igualmente benéfico a criança ser criada por dois "pais" amorosos do mesmo sexo, tal como o é ser criada por pais do sexo oposto. Mas pressuposição básica - e tudo que daí se ramifica - é ingenuamente simplista e nega a natureza complexa e as necessidades básicas dos seres humanos.

Segundo décadas de pesquisas, a estrutura familiar ideal para as crianças é aquela formada por dois pais, a família pai-mãe (1,2,3) Estas pesquisa revelam de modo consistente que as crianças criadas em tais lares são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outra configuração familiar.

Pesquisas extensivas revelam que não só as mães, mas também os país são importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Pesquisadores Suecos analisaram os melhores estudos longitudinais de todo o mundo que avaliaram os efeitos dos pais [homens] no desenvolvimento das crianças. A sua revisão analisou 20 anos de estudos e incluiu mais de 22,000 crianças; o mesmo apurou que os pais 1) reduzem os problemas comportamentais dos rapazes e os problemas psicológicos das raparigas, 2) aumentam o desenvolvimento cognitivo, 3) e diminuem a delinquência. (4)

É evidente que as crianças beneficiam do facto de terem tanto o pai e a mãe. Pesquisas médicas recentes confirmam a existência de diferenças geneticamente determinadas entre os homens e as mulheres, e que essas diferenças fundamentais explicam o porquê dos pais e das mães trazerem características paternas únicas que não podem ser replicadas pelo outro seco. Os pais e as mães pura e simplesmente não são intercambiáveis; duas mães podem ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai. A paternidade unissexual - quer seja de um só pai/uma só mãe, ou de uma dupla homossexual, priva as crianças do todo o potencial da paternidade que é oferecido pelas duplas de sexo oposto.

Só as famílias pai-mãe podem dar às crianças a oportunidade de desenvolverem relacionamentos com um progenitor do mesmo sexo, bem como relacionamentos com o progenitor do sexo oposto. Relacionamentos com ambos os sexos na fase inicial da vida facilitam e geram um maior conforto na criança que mais tarde se vai relacionar com ambos os sexos. Essencialmente, ter relacionamentos com o progenitor e com a progenitora aumentam as probabilidades da criança vir a ter relacionamentos sociais e românticos mais bem sucedidos durante a sua vida. (5) Para além disso, pesquisas existentes feitas em crianças educadas por homossexuais não só são cientificamente falhas como são extremamente limitadas (6,7,8); no entanto, alguns estudos indicam que as crianças criadas em ambientes homossexuais encontram-se sob um risco maior de sofrer de uma vasta gama de consequências negativas. (6)

Outros estudos apuraram que crianças educadas por homossexuais são mais susceptíveis de se envolverem em experiências sexuais, de sofrer de confusão sexual, e de se envolverem eles mesmos em actos homossexuais e bissexuais. (5,6,9) E, segundo pesquisas extensivas, aquelas crianças que mais tarde se envolvem em comportamentos não-heterossexuais elas são mais susceptíveis de sofrer com desordens psiquiátricas, de ter problemas com o álcool e com as drogas, (10), de levarem a cabo tentativas de suicídio, (11), de sofrerem de violência doméstica e violência sexual, (12), e encontram-se em risco maior de contrair doenças crónicas, de contrair a SIDA e de ter uma duração de vida mais reduzida.(13,14,15)

Não deveria ser surpresa alguma o facto dos estudos apurarem que as crianças que são educadas em ambientes homossexuais são elas mesmas mais susceptíveis de se envolverem em comportamentos homossexuais. (16,9,17) visto que pesquisas levadas a cabo de modo extensivo em todo o mundo revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como ambientes permissivos que afirmam o homossexualismo como normal, desempenham um papel fulcral no desenvolvimento do comportamento homossexual. (18,19,20,21). Não há qualquer dúvida que a sexualidade humana é fluída e moldável (22); levemos em conta a Grécia antiga e Roma antiga - entre outras civilizações antigas - onde o homossexualismo masculino e o bissexualismo eram ubíquos. Isto não era o resultado do "gene homossexual" mas sim do facto da sexualidade ser maleável e socialmente influenciável.

Sem dúvida que o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens. A mensagem implícita e explícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente aceitáveis e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças educadas em lares tradicionais - influenciados pela mensagem todas-as-opções-sexuais-são-válidas - crescerão acreditando que não interessa com quem a pessoa se relaciona ou com quem ela se casa. Manter tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma elas nunca iriam colocar como hipótese.

Tem também que se esperar que, se a sociedade permitir o "casamento" homossexual, se permitam outros tipos de "casamentos" não-tradicionais. A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir o casamento polígamo, o "casamento" poliamoroso, ou outro qualquer agrupamento marital será também considerado discriminatório. De facto, tal malabarismo legal já teve início; as ramificações emocionais e psicológicas na psique e na sexualidade das crianças destes variados arranjos será desastroso.

Até hoje, muito poucas experiências foram feitas que analisam os efeitos a longo prazo dos "lares" homossexuais sobre as crianças. Segundo, Charlotte Patterson, uma auto-proclamada pesquisadora pró-"casamento" homossexual, só existem dois estudos longitudinais em torno de crianças educadas por lésbicas, (23) e nenhum estudo a longo prazo sobre crianças criadas por homens homossexuais. Nenhuma organização profissional dedicada ao bem estar dos seus pacientes pode apoiar mudanças drásticas nas políticas sociais tendo como base apenas dois pequenos e não-representativos estudos longitudinais.

Certamente que as duplas homossexuais podem ser tão amorosas para as crianças como os casais, mas as crianças precisam mais do que amor; elas precisam das qualidades distintas e naturezas complementaras do progenitor e da progenitora. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos conclui que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e uma mulher. Esta sabedoria testada pelo tempo é, atualmente, confirmada pelas pesquisas mais avançadas e cientificamente mais sólidas disponíveis.

Mais importante ainda, e para seu crédito, muitos auto-proclamados pesquisadores em favor do "casamento" homossexual admitem que não não existem evidências conclusivas em torno da forma como a "paternidade" homossexual afecta as crianças. Mas mesmo assim, alguns destes mesmos pesquisadores apoiam o "casamento" homossexual porque acreditam que ele disponibilizará um laboratório natural onde se pode avaliar o impacto a longo prazo que ele terá nas crianças. (24) Esta posição é inconsciente e indefensável.

O "casamento" homossexual não é no melhor interesse das crianças. Embora muitas pessoas possam ter empatia com os homossexuais que se querem "casar" e educar crianças, nós não podemos permitir que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da compaixão pelas crianças. Numa guerra entre os desejos de alguns homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos permitir que as crianças percam.

A CAMFT, tal como todas as organizações que lidam com a saúde mental, têm que basear as suas decisões nas evidências científicas e nos dados resultantes de pesquisas, e não nas crenças pessoais ou nas opiniões políticas. Mais importante ainda, eles não podem permitir que as crianças sejam usadas como porquinhos-da-Índia em experiências sociais imprudentes e potencialmente prejudicais."

Fonte: Artigos da Drª Trayce Hansen



REFERÊNCIAS:

Marriage and the Family by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

Marriage and the Family by Child Trends available at http://www.childtrends.org.

Family Matters: Family Structure and Child Outcomes by the Alabama Policy Institute available at http://www.alabamapolicy.org.

Sarkadi, A., Kristiansson, R., Oberklaid, F., & Bremberg, S. (2008). Fathers’ involvement and children’s developmental outcomes: A systematic review of longitudinal studies. Acta Paediatrica, 97, 153-158.

Biller, H.B. (1993). Fathers and families: Paternal factors in child development. Westport, Connecticut: Auburn House.

Homosexual Parenting: Is It Time For a Change by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

Lerner, R., & Nagai, A. (2001). No Basis: What the Studies Don’t Tell Us About Same-Sex Parenting, Washington DC: Marriage Law.

Nock, S.L. 2001, Affidavit of Steven Lowell Nock: Halpern v. Attorney General of Canada, No. 684/00 (Ontario Supreme Court of Justice).

Stacey, J. & Biblarz, T.J. (2001). (How) does the sexual orientation of parents matter. American Sociological Review, 66, 159-183.

Udry, J.R. & Chantala, K. (2005). Risk factors differ according to same-sex and opposite-sex interest. Journal of Biosocial Science, 37, 481-497.

Silenzio, V.M.B., Pena, J.B., Duberstein, P.R., Cerel, J., & Knox, K.L. (2007). Sexual orientation and risk factors for suicidal ideation and suicide attempts among adolescents and young adults. American Journal of Public Health, 97 (11), 2017-2019.

Balsam, K.F., Rothblum, E.D., & Beauchaine, T.P. (2005). Victimization over the life span: A comparison of lesbian, gay, bisexual, and heterosexual siblings. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 73 (3), 477-487.

Nurses’ Health Study II available at http://www.gaydata.org.

Hogg, R.S., Strathdee, S.A., Craib, K.J.P., OShaughnessy, M.V., Montaner, J.S.G., & Schechter, M.T. (1997). Modeling the impact of HIV disease on mortality in gay and bisexual men. International Journal of Epidemiology, 26 (3), 657-661.

Valanis, B.G., Bowen, D.J., Bassford, T., Whitlock, E., Charney, P., & Carter, R.A. (2000). Sexual orientation and health. Archives of Family Medicine, 9, 843-853.

Baumrind, D. (1995). Commentary on sexual orientation: Research and social policy implications. Developmental Psychology, 31 (1), 130-136.

Golombok, S., & Tasker, F. (1996). Do parents influence the sexual orientation of their children? Findings from a longitudinal study. Developmental Psychology, 32, 3-11.

Frisch, M., & Hviid, A. (2006). Childhood family correlates of heterosexual and homosexual marriages: A national cohort study of two million Danes. Archives of Sexual behavior, 35, 533-547.

Langstrom, N., Rahman, Q., Carlstrom, E., & Lichtenstein, P. (2008). Genetic and environmental effects on same-sex sexual behavior: A population study of twins in Sweden. Archives of Sexual behavior, DOI 10.1007/s10508-008-9386-1.

Lauman, E.O., Gagnon, J.H., Michael, S. (1994). The social organization of sexuality: Sexual Practices in the United States. Chicago: University of Chicago Press.

Santilla, P., Sandnabba, N.K., Harlaar, N., Varjonen, M., Alanko, K., von der Pahlen, B. (2008). Potential for homosexual response is prevalent and genetic. Biological Psychology, 77, 102-105.

Diamond, L.M. (2008). Female bisexuality from adolescence to adulthood: results from a 10-year longitudinal study. Developmental Psychology, 44 (1), 5-14.

Lesbian and Gay Parenting by Charlotte Patterson available at http://www.apa.org.

Gay Marriage, Same-Sex Parenting, and America’s Children by William Meezan and Jonathan Rauch available at http://www.futureofchildren.org.

TRADUÇÃO: Blog: o homossexualismo

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Site estima que comunismo matou mais de 100 milhões no mundo


Fonte: Terra


Se nesta década os EUA e seus aliados enfrentam a ameaça do terrorismo, um adversário sem nacionalidade e que não poupa civis, após a Segunda Guerra Mundial e até a o fim dos anos 80, a ideologia a ser combatida por esses países tinha cor vermelha, um poderoso exército e armas nucleares: o comunismo. Para documentar esta história, com o objetivo de "honrar as mais de 100 milhões de vítimas dessa tirania e educar as gerações futuras sobre o passado", o site Global Museum on Communism (Museu Global do Comunismo, em inglês, disponível no endereço www.globalmuseumoncommunism.org) foi criado.

Mesmo após quase 20 anos do fim da Guerra Fria, o site mais parece uma poderosa ferramenta de propaganda anticomunista do que propriamente um centro de pesquisa e documentação. É possível encontrar seções como o "Hall da Infâmia", onde estão as biografias de líderes comunistas como Lenin, Stalin, Mao Zedong, Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro, "entre outros ditadores responsáveis pelo século de terror comunista".

Já a "Galeria dos Heróis", traça a história "dos bravos homens e mulheres que sofreram como prisioneiros políticos, levantaram a bandeira da liberdade e viveram a opressão de regimes comunistas", segundo o site. Entre os retratados como heróis estão Ronald Reagan, Winston Churchill e Harry Truman.

De acordo com os cálculos da organização, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo é de mais de 100 milhões. A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 65 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem União Soviética, 20 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.

Os recursos gráficos do site incluem a seção "Linha do Tempo", que narra ano a ano os fatos que marcaram a história do comunismo, com vídeos e textos, além de galerias de imagens. O "Registro de Vítimas" permite que usuários de todo o mundo enviem seus relatos sobre a relação que tiveram com o comunismo. Há também artigos especiais com temas como "Economias pós-Comunismo", "A Guerra na Religão", "A Perseguição Chinesa aos Uigures", entre outros."Nosso museu serve como símbolo de esperança e lugar necessário para lembrança em tempos em que muitos estão esquecendo o alto preço que o comunismo cobra como a detenção da população e do resto do mundo livre. Educando sobre os horrores do passado e apontando os perigos atuais, o Museu Global do Comunismo assegura que 'nunca novamente' as nações e pessoas permitirão que uma tirania aterrorize o mundo", diz o site.


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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Entenda o "mensalão"


Em meados de junho de 2005 o deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) denunciou em entrevista um esquema de compra de votos de parlamentares da base governista. Segundo o deputado, uma mesada no valor de R$ 30 mil era destinada a congressistas para que projetos do governo federal fossem aprovados.

De acordo com o Ministério Público, políticos dos partidos PL (Partido Liberal), hoje PR (Partido da República), PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), PP (Partido Progressista), PT (Partido dos Trabalhadores) e PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) participaram do esquema que teria durado entre 2003 e 2004, finalizando no início de 2005.

Segundo denúncia daProcuradoria-Geral da República, o chamado “mensalão” funcionava a partir de três núcleos: político, operacional e financeiro. O empresário Marcos Valério realizava empréstimos com os bancos Rural e BMG apresentando como garantia os contratos que suas agências tinham com o governo.

Esse dinheiro iria para o bolso dos parlamentares e para o “Caixa 2”, que é o uso do valor repassado pelo publicitário para pagamento de dívidas de partidos e dos gastos com as campanhas eleitorais.

Políticos da base aliada aprovavam concessões e vantagens de contratos do governo com Marcos Valério. No esquema foram denunciadas quarenta pessoas, entre elas o ex-ministro chefe da Casa Civil do primeiro governo do presidente Lula, José Dirceu, que chefiava o núcleo político; o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que se encarregava de pagar a propina a parlamentares; e o então presidente do PT, José Genoino, acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha.

O maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi a julgamento neste ano de 2013 intitulado de Ação Penal 470. Dos 38 réus que foram a julgamento, 25 foram condenados pelo SupremoTribunal Federal (STF). Na última quarta-feira, 13, a maioria dos ministros do STF decidiram decretar prisão imediata dos condenados no processo.

FONTE: Jornal O Povo

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domingo, 28 de setembro de 2014

O culto ao líder socialista

Uma das caraterísticas mais bizarras que os esquerdistas possuem é, sem dúvida, o culto ao líder. A ideia de um “super-homem” que irá usar a força do estado para levar o povo à prosperidade, à salvação é um dogma desta mentalidade doentia. A mente esquerdista se utiliza de uma premissa rousseniana: um homem bom assumirá o poder do estado e criará um paraíso na terra. Não era à toa que o filósofo Friedrich Nietzsche considerava o Socialismo um mero avatar(encarnação materialista) do Cristianismo. Enquanto Deus prometeu um paraíso após a morte, a elite esquerdista promete aos seus seguidores um paraíso terrestre. Daí resulta que os líderes que efetuarem a “revolução do proletariado” (acabando com a elite capitalista) serão adorados como semi-deuses. O culto ao líder é expressado de diversas formas: estátuas em locais públicos, embalsamentos, cartazes etc.

Uma terrível consequência dessa mentalidade é que esta viabiliza a criação de uma cultura que origina sociedades totalitárias. Estando os seguidores enfeitiçados por seus líderes, eles tornam-se incapazes de exercer ou aceitar qualquer crítica contra seus "mestres". Em todas as sociedade livres, democráticas e saudáveis, a crítica é sempre bem-vinda, pois desempenha papel importante na condução do país para situações melhores e evitar que atitudes políticas ruins aconteçam, além de ajudar a evitar que os políticos cometam abusos contra a sociedade. Mas nas condições de culto ao líder, a tendência é o desaparecimento de qualquer crítica e de oposição política, o que por sua vez causa o surgimento da Espiral do Silêncio descrito pela cientista política Elisabeth Noelle-Neumann. Quando algum cidadão ousa criticar os líderes socialistas, os seus seguidores o atacam com violência física, verbal ou psicológica no intuito de neutralizar as críticas e causar o isolamento social e político dos opositores. Afinal, que oposição ousaria criticar um líder carismático que o povo ama cegamente? Livre e protegido contra críticas, o líder socialista pode praticar o mal que desejar contra a sociedade, pois as chances da oposição se manifestar será reduzida. Para se ter uma ideia, Josef Stálin assassinou mais de 20 milhões de pessoas na União Soviética e Mao Tsé-tung matou 70 milhões de chineses durante seus governos, mas até hoje eles possuem fiéis seguidores que os defendem cegamente.

Vejamos algumas manifestações do culto ao líder na prática:

ORAÇÃO:
Na Venezuela socialista de Nicolás Maduro, o governo substituiu a oração cristã "Pai Nosso" pela infame "Chávez Nosso", uma óbvia "santificação" ao líder comunista Hugo Chávez, falecido em 2013, acompanhe:
"Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados.
Santificado seja teu nome. Venha a nós teu legado para levá-lo aos povos daqui e de lá.
Dai-nos hoje tua luz para que nos guie a cada dia
e não nos deixes cair na tentação do capitalismo,
mas livrai-nos da maldade da oligarquia, do crime do contrabando.
Porque nossa é a pátria, pelos séculos e séculos.
Amém. Viva Chávez" - (FONTE)


ESTÁTUAS:
Nas sociedades socialistas, é comum a construção de estátuas dos líderes para constatemente lembrar ao povo os responsáveis pela revolução. Vejam na sequência: Lênin, Stálin e Mao Tsé-tung.

 


EMBALSAMENTOS:
Na maioria das vezes em que o líder socialista morre, os seus seguidores embalsam o seu corpo e o colocam em locais de visitação pública para serem cultuados pelo povo.

Vladimir Lênin foi embalsamado ao morrer em 1924. Seu corpo encontra-se na Praça Vermelha de Moscou.


Josef Stálin foi embalsamado em 1953 e seu corpo foi exposto ao lado de Lênin, mas enterrado em 1956.


Mao Tsé-Tung, o líder socialista chinês, faleceu em 1976. O corpo de Mao está em um caixão de cristal para exibição pública, sendo visitado todos os dias por centenas de pessoas.


Ho Chi Mhin, socialista vietnamita falecido em 1969 por insuficiência cardíaca, seu corpo foi embalsamado e posto num caixão de cristal num mausoléu em Hanoi.


Kim Il Sung, líder socialista norte-coreano, falecido em 1994 devido a uma parada cardíaca, seu corpo foi exposto no Palácio Memorial Kumsusan.


Kim Jong-Il, filho de Kim Il-Sung, foi um chefe de estado norte-coreano, nasceu em 1941 e faleceu em 2011.


María Eva Duarte de Perón foi uma líder política socialista argentina, nasceu em 1919 e faleceu em 1952. Após sua morte – devido a um câncer no útero -, o corpo foi embalsamado e ficou exposto à visitação pública até o golpe de Estado que derrubou seu marido, Juan Domingo Perón, em 1955.

A SAUDAÇÃO NAZISTA À HITLER:







"A Esquerda quer destronar o Deus cristão 
e colocar em seu lugar os líderes socialistas".



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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A intolerância dos tolerantes

O título deste artigo vem de um livro do teólogo canadense D.A. Carson, e pode parecer paradoxal à primeira vista. Afinal, como pode haver tolerantes intolerantes? Após uma reflexão, porém, a ideia fica mais clara. Há um grupo cada vez maior de pessoas que, em nome da tolerância, demonstra incrível intolerância com aqueles de quem divergem. Carson argumenta que a “nova” tolerância representa uma forma peculiar de intolerância. Antes, tolerar era aceitar a existência de pontos de vista diferentes, conviver com eles, ainda que os combatendo.

Talvez o melhor exemplo dessa tradição seja a frase atribuída a Voltaire, que teria dito para Rousseau: “Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo.” Vale notar que Voltaire considerava Rousseau um “poço de vileza”. Isso é importante, pois o ato de tolerar era nobre justamente porque o filósofo rejeitava claramente o pensamento e até a pessoa a quem estendia sua tolerância. Tolerar era aceitar as diferenças, não abraçá-las como nobres em si.

Hoje, significa aceitar os diferentes pontos de vista como se fossem igualmente válidos, uma mudança que parece sutil, mas tem grandes consequências práticas. Agora, o “tolerante” precisa tomar qualquer opinião como verdadeira. Em vez de aceitar a liberdade de expressão de opiniões contrárias, ele deve acatar todas essas opiniões.

Essa mudança de paradigma dentro do próprio Ocidente vem pavimentando a estrada da possível destruição de seus principais valores, assim como a cultura ocidental como a conhecemos. Não precisamos apenas tolerar as ideias islâmicas, por exemplo, com o direito até mesmo de combatê-las; devemos abraçá-las como igualmente válidas, ou “apenas diferentes” das próprias ideias que fundaram a cultura de liberdade ocidental.

Thomas Sowell diz que há poucos mais dogmáticos do que aqueles que falam em diversidade o tempo todo. Com ironia, manda perguntar, da próxima vez que escutar um “progressista” enaltecendo a importância da diversidade, quantos conservadores existem no departamento de sociologia de sua faculdade.

Na verdade, os movimentos sociais de “minorias” costumam demonstrar bastante intolerância com certos grupos, como o de liberais e conservadores, principalmente os religiosos. A tolerância dos “tolerantes” é bem seletiva e limitada, na prática. Podem demonizar as elites, o homem branco ocidental, os ricos, os católicos, os “neoliberais”, e ainda conseguem posar de defensores da diversidade e da tolerância depois. Incoerente, não?

Algumas feministas destilam verdadeiro ódio aos homens e às mulheres que se recusam a aderir ao discurso de vitimização do “sexo oprimido”. Veganos não toleram aqueles que pensam que animais podem e devem servir de alimento ao homem. Racialistas chamam de traidores, com baba de ódio escorrendo pelo canto da boca, aqueles negros que se recusam a aplaudir a segregação da humanidade com base na “raça”. Membros do movimento gay demandam mais tolerância, ao mesmo tempo em que repudiam com veemência aqueles que simplesmente não gostam ou não querem perto de si homossexuais. Onde está a verdadeira intolerância? Todos são obrigados a achar “lindo” o amor entre dois homens? Se fosse para usar o conceito tradicional de tolerância, esses que não gostam ou sentem aversão (e não fobia) a gays teriam, sem dúvida, que aceitá-los e manter o devido respeito como seres humanos que são. Mas é só. Tolerar não deve ser sinônimo de gostar, aprovar, aplaudir ou mesmo conviver. Discriminar é separar, selecionar, e todos devem ser livres para escolher com quem querem compartilhar seus momentos.

Quem se coloca contra todo tipo de discriminação ou preconceito é, no fundo, hipócrita. Bastaria uma reflexão rápida e honesta para constatar que ele também discrimina e tem sua cota de preconceitos. Talvez, contra liberais que escrevem neste jornal. Talvez, contra um pastor evangélico. Talvez, contra um capitalista burguês que gosta de Miami.

Enquanto as escolhas forem voluntárias e a segregação for pacífica, a tolerância está sendo praticada. Eu, que abomino o socialismo, pois sacrificou a vida de milhões de inocentes (inclusive os gays) no altar da utopia, tolero socialistas. Mas pretendo continuar combatendo esta ideologia nefasta no campo das ideias, e selecionando minhas próprias amizades, que englobam gays, por exemplo, mas não petistas(socialistas).

Intolerância? Não. Apenas minha liberdade de escolha. Esta que tantos “tolerantes” detestam, pois gostariam de impor sua visão de mundo estreita e uniforme.



Feministas abortistas e ativistas LGBTs "tolerantes" 
agridem cristãos que rezavam na Igreja



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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A destruição da infância




Imagine que você tenha uma filha pré-adolescente e precise matriculá-la na escola para iniciar os estudos do Ensino Fundamental. Agora imagine que a professora de sua filha precise dar aulas de Educação Sexual e, para isso, conte com o auxílio de uma cartilha do governo com imagens de pessoas fazendo sexo. Não bastasse isso, imagine também a mesma professora incentivando danças nas quais sua filha tenha de simular relações sexuais com um menino. Ficou espantado? Justo! Mas, apesar das cenas acimas parecerem irreais, na prática, já se tornaram parte do currículo escolar de uma porção de alunos Brasil afora.

A Educação Sexual para jovens, ao contrário do que se costuma dizer no círculo das classes falantes, não é um método para discutir tabus, sequer informar a juventude sobre riscos de DSTs ou gravidezes indesejadas. O foco principal desse trabalho é estimular um novo padrão de comportamento baseado no perfil desejado por ONGs e fundações internacionais. O Conselho de Informação e Educação Sexual dos Estados Unidos (Siecus), grande colaborador no que tange à produção de material para esses assuntos, faz uma clara apologia em seu site de práticas como "masturbação", "aborto" e "materiais pornográficos". Coisas do gênero são vistas como direitos sexuais.

Por outro lado, a mesma instituição defende o fim do financiamento do Estado para programas que promovam a abstinência e a castidade por, segundo eles, não produzirem um resultado efetivo, satisfatório. O que é uma mentira deslavada! Para pôr fim ao embuste, basta pegar as declarações do diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da Aids da Escola de Saúde Pública de Harvard, Edward Green, para constatar o quão a Igreja estava e está certa no debate sobre o uso da camisinha. Ou então observar a queda do número de soropositivos na Uganda, após o governo adotar uma política de incentivo à castidade e à fidelidade conjugal.

Ao contrário do que dizem os promotores desse tipo de educação, o ensinamento da Igreja quanto à sexualidade não está radicado em "crenças religiosas ultrapassadas", mas na própria razão humana. Uma árvore é reconhecida pelos seus frutos e os frutos da educação sexual são jovens iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo. De acordo com uma pesquisa do próprio IBGE, 30% dos adolescentes de 15 anos já tiveram sua primeira relação. Número assustador e que revela o quão perniciosa é a famigerada educação sexual.

A família é a primeira escola de valores da criança e é por isso que o Magistério da Igreja insiste tanto no assunto. A aprovação do divórcio, os métodos contraceptivos e os novos padrões de família inocularam no pensamento das pessoas a ideia de que o casamento seja uma instituição falida. Um mero arranjo contratual no qual as partes contratantes prestam serviços sexuais uns aos outros até um deles enjoar. Isso representa uma verdadeira prostituição do matrimônio. É dessa mentalidade maluca que se abre espaço para uma educação cada vez mais apelativa e promotora de comportamentos sexuais absurdos.

É de responsabilidade dos pais educarem seus filhos e promoverem uma reta compreensão da dignidade humana. Não é à toa que São Pio X afirmou que os familiares que descuidam de tal obrigação são "culpados diante de Deus". Jesus advertiu categoricamente para o zelo com as crianças. Escandalizá-las é um crime terrível que clama aos céu, e ai daquele que o fizer, "mais lhe valeria que encaixasse no pescoço uma pedra de moinho e se jogasse ao mar" (Mt 18, 6).

sábado, 21 de junho de 2014

Como será a vida dos brasileiros na ditadura comunista?



Para um cidadão que desfruta da liberdade num ambiente de democracia é, praticamente, inconcebível a ideia de que, em breve, o país no qual ele vive tornar-se-á uma ditadura totalitária, aos moldes daquelas criadas por Hitler, Mussolini ou Stálin. Todos imaginam que, pelo simples fato de estarmos em pleno século XXI, as ditaduras estão extintas e não há risco de que a História se repita. No entanto, é importante ressaltar que ainda hoje existem países que sustentam ditaduras escancaradas e as organizações mundiais, que supostamente zelam pelos direitos humanos, não manifestam qualquer repúdio contra os partidos que as mantém.

Curiosamente, os países que sustentam ditaduras nos tempos atuais são governados justamente por partidos de Esquerda. China, Coréia do Norte, Cuba, Venezuela e inúmeros países do oriente médio e do continente africano, são alguns exemplos de ditaduras comunistas modernas. Essa constatação não é uma simples coincidência do acaso. Na verdade, em todos os países onde a Esquerda tornou-se hegemônica (dominou todos os setores da sociedade e a oposição política desapareceu) as ditaduras vieram logo em seguida. O Brasil também está caminhando a passos largos para este destino, afinal, a Direita já não existe mais e a Esquerda controla diversos setores da sociedade tais como sindicatos, organizações estudantis, movimentos sociais como as feministas, os Sem Terras e possui um amplo curral eleitoral garantido por programas assistencialistas etc. 

Após a instalação da ditadura comunista, é muito fácil saber os fatos que se sucederão dentro da História do país, pois a Esquerda possui um padrão de atuação, uma espécie de modus operandi que sempre surgiu em todos os países onde ela tornou-se hegemônica. Vejamos os fatos:

1- Destruição da economia:
Os socialistas destroem a economia de qualquer país quando entram no poder, mas eles não o fazem porque desconhecem os princípios econômicos. Eles provocam a miséria de forma intencional para, assim, escravizar o povo às rédeas do Partido-Estado. As consequências são:
- escassez de alimentos e produtos básicos nas prateleiras dos mercados. O povo irá literalmente passar fome. Ou quando houver um pouco de comida, haverá racionamento e filas enormes de pessoas esperando para receber as migalhas do governo.
- a inflação será absurda e de tal forma que o povo terá dificuldades para comprar itens essenciais.
- não haverá empregos, pois as empresas serão sufocadas com altos impostos que causará o desaparecimento delas em larga escala.
- a prostituição alcançará níveis alarmantes e o país se tornará um “paraíso sexual para turistas”. Como não haverá empregos e a inflação será enorme, as mulheres entrarão em desespero e acabarão inevitavelmente entrando nesse ramo subumano.

2- Mão de obra barata:
O Partido-Estado será o dono das poucas empresas que ainda existirem. Nelas os brasileiros trabalharão por salários miseráveis e servirão apenas como mão de obra barata para outros países. Produziremos bugigangas, roupas, calçados, brinquedos etc. Nunca se perguntaram por que os produtos chineses que encontramos em lojas são tão baratos? Nem preciso dizer que a maior parte da renda dessa “economia desumana” ficará com o Partido para custear o luxo do qual eles desfrutam(Fonte).

3- Genocídio dos adultos:
Estima-se que quando os socialistas entram no poder, eles assassinam de imediato cerca de 10% da população do país e a maioria deles são adultos. O restante, eles vão assassinando ao longo dos anos. Mas por qual motivo? A ideia é simples: ao matar os adultos, eles conseguem impedir que estes revelem à geração mais nova como o país era melhor, mais livre e mais próspero antes da revolução. O que poderia provocar a ira e rebelião dos mais jovens contra o Partido. O conhecimento é algo que os socialistas querem evitar a todo custo. Manter o povo na ignorância ajuda a mantê-los no poder eternamente. As gerações futuras ficam então com a impressão de que o país sempre foi e sempre será daquele modo socialista e que não existe outra possibilidade de melhorar ou mudar a realidade da nação. O presente fica “congelado” para sempre.

4- Doutrinação nas escolas:
A educação que os estudantes receberão será orientada exclusivamente para acreditarem nos princípios do Socialismo. Assim, haverá livros e mais livros argumentando que antes da revolução, o país era horrível e miserável e que após a instalação do Socialismo, as pessoas passaram a viver em melhores condições e são tratadas com mais respeito. 

5- Culto ao líder:
Haverá endeusamento dos seus líderes que serão considerados heróis lendários ou até mesmo deuses que devem ter estátuas em locais públicos que devem ser reverenciadas. Não é segredo que vários líderes socialistas (Lênin, Stálin, Mao Tsé-Tung, Ho Chi Minh, Kim Il Sung, Kim Jong Il) foram embalsamados e seus corpos estão em locais públicos para serem forçadamente admirados pela população de seus países(Fonte).

6- Policiamento dos cidadãos ou estatização da sociedade:
Os socialistas espalham seus militantes por todo o país. Assim, em cada quarteirão haverá falsos vizinhos (os militantes) que tratarão de vigiar constantemente as pessoas ao seu redor no intuito de colher informações para saber se as pessoas estão tramando rebeliões contra o Partido. Se eles descobrirem qualquer indício de rebelião, logo farão denúncias e mandarão os traidores para serem fuzilados em locais públicos ou pelo menos a sentença deles será divulgada pelos meios de comunicação, assim eles servirão de “exemplo” para qualquer um que ousar enfrentar o Partido. Desta forma, cria-se na sociedade uma tensão, medo e terror. E ninguém conseguirá confiar em ninguém. Todos acharão que qualquer um pode ser um infiltrado militante do Partido. Assim, o Estado vigia a sociedade e transforma todos os cidadãos em sua propriedade (Fonte).

7- Desarmamento:
O desarmamento sempre foi posto em prática por socialistas. Basta estudar a História com certa dedicação que se descobre os fatos com relativa facilidade. A ideia é simplesmente desarmar o povo para evitar rebeliões armadas contra o Partido. Mas eles nunca revelam a verdade de suas intenções. Quando querem desarmar o povo, usam a propaganda estatal para alegar que se os cidadãos entregarem suas armas, a violência urbana diminuirá e a sociedade estará mais segura.

8- Fim da imprensa e da liberdade de expressão:
Os meios de comunicação serão estatizados para que o governo controle o que pode e o que não pode ser divulgado. Como o Socialismo é um sistema altamente corrupto, os seus líderes precisam urgentemente controlar os meios de comunicação para evitar o vazamento de notícias que comprometam a sua “reputação” diante do povo. Se não acontecer estatização dos meios de comunicação, haverá leis pesadíssimas determinando quais são as notícias que podem ou não vir a público, bem como punições severas para qualquer empresa de notícia que divulgar informações que afetem negativamente o Partido. A internet e as notícias, que circularem nela, serão totalmente controladas por órgãos do governo. O que haverá de fato será uma intranet, ou seja, o povo só terá acesso às informações que o Partido permitir. Cartas, cartões postais, e-mails, todas as formas de comunicação serão controladas pelo Partido-Estado com a ajuda dos seus funcionários públicos corruptos e coniventes com a ditadura (Fonte-1; Fonte-2; Fonte-3Fonte-4).

9- Neutralização dos movimentos sociais:
Interessante notar que, em países livres e democráticos, a Esquerda adora criar a imagem de que ela é a única que apoia os movimentos sociais e a liberdade humana. Entretanto, nunca ninguém ouviu falar de movimentos estudantis, feministas ou sindicalistas atuando em países comunistas. Isso ocorre porque a Esquerda utiliza esses movimentos sociais como “idiotas úteis” para alcançar o poder definitivo e irreversível. Tão logo eles conseguem os plenos poderes estatais, eles tratam de criminalizar e suprimir quaisquer movimentos sociais para evitar distúrbios e rebeliões que possam desestabilizar o poder do Partido (Fonte).

10- Perseguição religiosa:
Não é segredo para quem estuda política que os socialistas são todos ateus e, principalmente, anti-cristãos. Todos os países que conheceram a ditadura comunista sempre sofreram com as perseguições religiosas. Na URSS, China, Cuba, padres e fiéis foram assassinados, as igrejas foram destruídas e houve a proibição da venda, circulação e leitura da Bíblia. Isso tudo porque os socialistas acreditam que os princípios cristãos são contrários aos princípios socialistas, e se a população tiver contato com a Bíblia, em pouco tempo o povo se rebelará contra o Partido. Nas ditaduras socialistas, a Bíblia, o Cristianismo e seus princípios são considerados uma ameaça subversiva que pode derrubar o sistema, pois proporciona conhecimento.

Se tivermos sorte, não haverá destruição completa da economia (dependendo apenas do quanto de Capitalismo a Esquerda ainda permitirá no país). Pois a China, muito embora no plano econômico ela seja capitalista e ao mesmo tempo mantenha a ditadura comunista, é um fato público que nela, o partido recebe quase todo o lucro da produtividade dos trabalhadores deixando para eles apenas dinheiro suficiente para terem uma vida modesta e continuar trabalhando e pagando altos impostos para sustentar o partido no poder. A China é a única exceção em termos de sucesso econômico (afinal, ela mantém o capitalismo), pois o restante dos países comunistas possuem suas economias em total destruição e a população sobrevive de migalhas que são doadas pelo partido, tendo que enfrentar filas enormes para receberem os itens que precisam. É melhor todos os brasileiros irem se acostumando a aceitar a nova realidade ou, então, reagir o mais depressa possível no intuito de restabelecer uma forte oposição política aos socialistas, caso ainda queiram manter a liberdade democrática no Brasil. Se deixarmos o país nas mãos dos socialistas, o futuro será o modelo chinês ou o norte-coreano. Seja como for o tempo está passando....


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terça-feira, 10 de junho de 2014

As Cruzadas


Durante a Idade Média houve um esforço concentrado para resgatar a Terra Santa do domínio muçulmano. Isto foi realizado através da organização de 7 Cruzadas diferentes entre 1096-1270. Os resultados das Cruzadas foram variados. Algumas conseguiram vitórias consideráveis, enquanto outras tiveram sucesso apenas o mínimo militarmente. No entanto, houve outras vantagens que foram obtidas, em particular, a unificação dos cristãos de diferentes países sob uma bandeira comum com um objetivo comum e sagrado, a defesa da Igreja no Ocidente a partir de uma conquista muçulmana ameaçada. As Cruzadas forjaram o intercâmbio cultural e econômico entre o Oriente e o Ocidente e também deram origem a ordens de cavalaria.

"Na época das Cruzadas, o cristianismo tinha inteiramente revertido a sua atitude para forçar a fé aos outros".

Não é verdade. No Antigo Testamento, Deus ordenou muitas guerras. Jesus é o mesmo Deus, e em nenhum momento jamais condenou soldados por serem soldados. Ele ensinou a não-violência, mas não em todos os casos. Em João 18,23, depois de ser atingido, ele repreende Seus captores, em vez de dar a outra face. Sua Igreja nunca ensinou o pacifismo absoluto.

"Os cruzados eram os agressores".

Ao considerar a história do longo conflito entre o Islã e o cristianismo, tanto na parte da frente oriental do império Bizantino e na frente ocidental em Espanha, não só durante todos os 450 anos desde o início das grandes conquistas muçulmanas, mas especialmente durante os anos imediatamente anteriores à primeira cruzada, deve ser aparente que toda a agressão tinha sido muçulmana. Os pontos a seguir oferecem um vislumbre da agressão islâmica antes das Cruzadas:

  • O califa Omar levou as grandes conquistas árabes, entre os anos 634-644. Está registrado que ele disse: “Cabe a nós devorarmos os cristãos e os nossos filhos devorar seus descendentes, desde que qualquer deles permanecem na terra”. Quando Omar conquistou Jerusalém em 638, a cidade tinha sido cristã por mais de 300 anos. Mais tarde, foi a vez da Espanha, Sicília, Grécia e o que hoje é a Turquia, onde as comunidades fundadas pelo próprio São Paulo se transformaram em ruínas. 
  • De 686-689 houve uma série de decretos no Egito ordenando que cada cruz visível fosse publicamente destruída, e cada igreja cristã carregasse em sua porta um slogan anticristão. 
  • A ordem muçulmana tradicional em cima de cada soberano recém-encontrado ao longo dos anos da expansão islâmica foi: “aceite o Islã, ou se prepare para a guerra”. 
  • Em 838 o califa al-Mu’tasim matou 30.000 homens da cidade de Amorion na Ásia Menor; ele vendeu o mesmo número de homens, mulheres e crianças como escravos. 
  • Em 846 soldados muçulmanos vieram sobre Roma e saquearam a Basílica de São Pedro. 
  • Nos anos 850, na Espanha, foram martirizados um número de cristãos de Córdoba por declararem que Maomé não era um profeta verdadeiro. Eles se recusaram a submeter-se a proibição da adoração cristã pública e um status de segunda classe executado em sua própria terra. 
Em 1071 os turcos muçulmanos praticamente aniquilaram o exército cristão bizantino em Manzikert. Foi essa derrota que levou o imperador bizantino a apelar ao Papa para ajuda contra a ameaça islâmica, provocando, assim, as Cruzadas. 

Nenhum historiador profissional ou competente questiona o fato de que os peregrinos cristãos em seu caminho para a Terra Santa tiveram muita dificuldade por causa dos saqueadores turcos. Nos anos que antecederam a Primeira Cruzada, os peregrinos cristãos foram roubados e às vezes mortos. 

As Cruzadas foram uma guerra justa. Elas foram uma reação militar justificável a mais de 450 anos de agressão islâmica. As nações cristãs da Europa não foram definitivamente as agressoras. Como visto acima, os muçulmanos tinham sido agressores contra os cristãos desde o século VII. Os cristãos da Europa foram claramente justificados para se defenderem dos ataques muçulmanos e também irem para a ofensiva, a fim de evitar ataques futuros. As Cruzadas foram ​​guerras travadas moralmente justificáveis em legítima defesa para recapturar o que foi perdido para um agressor injusto cujas ações ao longo dos 450 anos anteriores tinham demonstrado a intenção de conquistar toda a cristandade. Em nenhum momento durante toda a Cruzada os cruzados conquistaram a pátria muçulmana, Arábia, mas apenas os territórios originalmente cristãos que os muçulmanos tinham conquistado. Foi inteiramente apropriado que os cristãos defendessem e os inocentes e indefesos contra ataques, o que é exatamente o que os cruzados estavam fazendo. Os cristãos tinham todo o direito de governar as terras conquistadas onde Cristo tinha andado e para protegê-las da profanação. Apesar de suas falhas, as Cruzadas revelaram o grande espírito de fé prevalecente na Idade Média.

"As Cruzadas foram responsáveis ​​por muitas atrocidades e a Igreja os aprovou".

Certamente houve abusos durante as Cruzadas, notadamente:
  • O saque de Jerusalém, que foi condenado pelos líderes das Cruzadas: Raymond de Toulouse e Godofredo de Bouillon, foi uma ação incomum na guerra de cerco. 
  • O saque de Constantinopla, que foi condenado pelo líder cruzado Simon de Montfort, e pelo papa da época, Inocêncio III, que disse sobre o incidente: “Não admira que os gregos chamam-lhe cães”. Ele excomungou os responsáveis ​​pelo atentado. 
  • Os pogroms contra os judeus, que eram uma violação direta de um decreto papal proteger os judeus, foram condenados pela Igreja. 
  • A Cruzada das Crianças e Cruzada do Povo foram Cruzadas populares não oficiais que custaram muitas vidas e, de forma alguma, foram aprovadas oficialmente pela Igreja. 
  • Os excessos e violência cometidos no curso das Cruzadas deve ser avaliado no contexto doloroso, mas usual de eventos militares. Como qualquer outra atividade humana, as Cruzadas tiveram a sua quota de santos e pecadores.

"As Cruzadas foram guerras religiosas nas quais a Igreja concedeu indulgências para o mal".

As cruzadas nunca foram guerras religiosas, o seu propósito não era forçar conversões ou suprimir os muçulmanos. A Cruzada foi uma peregrinação armada que desempenhou um papel fundamental na vida da Igreja da Idade Média, mesmo que às vezes fosse realizada ou desviada de sua finalidade sagrada pelos cruzados individuais para fins comerciais, políticos ou pessoais. A Cruzada foi considerado um ato sagrado para o qual devem ser dada indulgências. Mas elas não garantem qualquer céu. Cada cruzado ainda estava sujeito à lei e à disciplina da Igreja. O papa que convocou a 1a. Cruzada, Urbano II, prometeu indulgências apenas aos cruzados que realizaram a Cruzada para a devoção (Enciclopédia Católica, 1917). Foi, de fato, os muçulmanos que prometeram o céu incondicional e imediato para quem morresse na guerra.
Referências:
Carroll, W. ewtn.com Q+A, 11/27/2001 Lovasik, L. Church History, 1990, Pps. 96 — 99 and McBrien, R. Encyclopedia of Catholicism, p. 384 Carroll, W. The Building of Christendom. 1987 P. 529 Carroll, A. Christ the King. Lord of History. 1976 P. 135 Zenit News Agency. AD2000, December 1999 – January 2000 Carroll, W. op. cit. P. 264 Ibid. P. 343 Ibid. op. cit. P. 345 Ibid. op. cit. P. 346 Ibid. op. cit. P. 164
  • Donner, Fred, The Early Islamic Conquests, Princeton University Press, 1981.
  • Guillaume, A., The Life of Muhammad, Oxford University Press, 1955.
  • Hourani, AlbertA History of the Arab Peoples, Faber and Faber, 1991.
  • Madelung, Wilferd, The Succession to Muhammad, Cambridge University Press, 1997.
  • “G.LeviDellaVida and M.Bonner “Umar” in Encyclopedia of Islam CD-ROM Edition v. 1.0, Koninklijke Brill NV, Leiden, The Netherlands 1999″
  • Previte-Orton, C. W (1971). The Shorter Cambridge Medieval History. Cambridge: Cambridge University Press.
  • How Many Companions Do You Know? By Ali Al-Halawani
Fonte: http://whynotcatholicism.net/view/the-crusades
Tradução: Emerson de Oliveira

segunda-feira, 9 de junho de 2014

o perigo islâmico

Recentemente a mídia brasileira fez um escândalo sobre o aumento do apoio da população europeia aos partidos "xenofóbicos", ou seja, partidos nacionalistas que defendem políticas para seus cidadãos locais e fim do apoio estatal aos imigrantes.

O surgimento da suposta “xenofobia” é um fenômeno fácil de explicar e a Direita já vinha alertando há muito tempo sobre esta bomba que mais cedo ou mais tarde iria mesmo estourar. Bingo! Vamos entender o que houve...

os social-democratas são esquerdistas que até toleram o capitalismo. Entretanto, no intuito de “corrigir” as desigualdades sociais ainda existentes, eles apelam para a famosa “distribuição de renda”. Assim, os esquerdistas europeus incentivaram o assistencialismo aos imigrantes, principalmente aos islâmicos. Percebam o que está acontecendo: os trabalhadores europeus agora pagam altos impostos para sustentar o “bolsa família” dos imigrantes muçulmanos. Coloquem-se no lugar dos europeus por um instante. Você também não ficaria irado com essa política pública?

No entanto, o assistencialismo não é problema e nem a imigração em si, haja vista milhares de casos de imigração que jamais ocasionaram qualquer problema entre povos. O problema é que onde quer que os islâmicos cheguem, eles não respeitam a cultura local, eles querem impor a própria cultura. Na Europa, a mídia que sempre apoiou as políticas estatais dos social-democratas começou a abrir os olhos para o perigo que sofrem diante dos muçulmanos. Perigo de perder a liberdade ocidental e perigo de perder a própria vida. Afinal, é de conhecimento notório a existência do Jihad (guerra contra qualquer um que não seja muçulmano). Eles marcham pelas ruas levantando cartazes dizendo que a Europa está doente, podre e que deve morrer ou então que somente a implantação da lei Sharia salvará os países. Não é uma afronta à soberania nacional dos países? 

Ao mesmo tempo em que alegam que a cultura ocidental está podre e doente, eles adoram usufruir das benesses que essa cultura tem a oferecer como o desenvolvimento econômico, a medicina avançada, a comida etc. É uma atitude cinicamente hipócrita:




Numa situação em que os muçulmanos não respeitam o povo e a cultura local, os nativos não têm motivos nenhum para respeitar os islâmicos. O ideal liberal de respeito aos outros acaba no momento em que não é mais possível a convivência pacífica entre diferentes povos e um tenta se impor sobre o outro. Não é a toa que as pessoas estão apoiando todo e qualquer partido que expulse os imigrantes muçulmanos que recebem altos benefícios à custa dos impostos dos trabalhadores europeus.

O Islamismo está dominando a Europa e o mundo inteiro através da violência ao se aproveitar da cultura ocidental pacífica e cristã. Todo e qualquer muçulmano acredita que a Terra é o seu mundo e que os não-islâmicos são intrusos que devem ser eliminados. A diferença da imigração muçulmana é que eles se enxergam como se estivessem em processo de colonização de territórios.

No Brasil, a situação não será diferente. Já cogita-se a criação do "Partido Islâmico Brasileiro (PIB)". E eles já até querem mudar o desenho da bandeira brasileira e implantar a lei Sharia por aqui também. Aposto que o próximo passo é realizar atentados terroristas com bombas ao redor do Brasil com videos atribuídos a representantes da Al Qaeda e tudo mais. E se alguém os acusá-los formalmente de tais atos, logo começarão a se vitimizar acusando todos de serem "islamofóbicos"! É esperar pra ver.




Não me prolongarei mais sobre esse assunto, pois já existe um Blog Específico que o aborda de maneira mais detalhada. A intenção aqui é apenas explicar os motivos que levaram os povos europeus a se tornarem “xenofóbicos”, que em breve os muçulmanos estarão nos causando dores de cabeça também e salientar que tudo isso é culpa dos esquerdistas social-democratas.




Mulheres apedrejadas e enterradas vivas: Esse é o futuro que as mulheres europeias não querem para si. Pois conforme aumenta o contato com o Islamismo, elas percebem a cada dia o quanto essa religião é opressiva.



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