contra-esquerda

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Os reais beneficiados por um capitalismo regulado


A palavra "capitalismo" é utilizada de duas maneiras contraditórias. Em algumas ocasiões, ela é utilizada com o intuito de denotar um mercado livre e desimpedido, ou "laissez-faire". Em outras ocasiões, ela é utilizada para denotar exatamente o arranjo atual em que vive o mundo, uma economia mista em que o governo intervém para privilegiar grandes empresas, criando monopólios e oligopólios. 

Logicamente, "capitalismo" não pode ser ambas as coisas. Ou os mercados são totalmente livres, ou o governo os controla. Não é possível ter os dois arranjos ao mesmo tempo. Mas a verdade é que não há um mercado genuinamente livre em nenhum país do mundo. As regulamentações governamentais, as tarifas, os subsídios, os decretos e as intromissões são generalizados, variando apenas o grau de intensidade com que ocorrem em cada país. Sendo assim, o termo "capitalismo" denotando mercados livres não pode ser aplicado nos dias de hoje. O que existe é um capitalismo mercantilista, um capitalismo de compadrio, um capitalismo regulado em prol dos regulados e dos reguladores, e contra os consumidores.

O que seria esse capitalismo mercantilista? Trata-se de um sistema econômico no qual o mercado é artificialmente moldado por uma relação de conluio entre o governo, as grandes empresas e os grandes sindicatos. Neste arranjo, o governo concede a seus empresários favoritos uma ampla variedade de privilégios que seriam simplesmente inalcançáveis em um genuíno livre mercado, como restrições de importação, subsídios diretos, tarifas protecionistas, empréstimos subsidiados feitos por bancos estatais, eagências reguladoras criadas com o intuito de cartelizar o mercado e impedir a entrada de concorrentes estrangeiros. Em troca, as empresas beneficiadas lotam os cofres de políticos e reguladores com amplas doações de campanha e propinas.

O capitalismo mercantilista é tão antigo, que Adam Smith já o criticava — e combatia — no século XVIII. Atualmente, não é necessário procurar muito para se encontrar exemplos deste tipo de capitalismo. Basta olhar para o seu próprio país. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios que você conhece estão em setores altamente regulados pelo governo, como o setor bancário, o setor aéreo, o setor de transportes terrestres, o setor de transportes aquaviários, o setor de telecomunicações, o setor elétrico, o setor energético (petróleo, postos de gasolina), o setor minerador, o setor farmacêutico etc.
Quem cria cartéis, oligopólios e monopólios é e sempre foi o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (agências reguladoras), seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam, seja por meio da burocracia que desestimula todo o processo de formalização de empresas, seja por meio da imposição de altas tarifas de importação que encarecem artificialmente a aquisição de produtos importados (pense nas fabricantes de automóveis).

Um capitalismo de livre mercado é um sistema em que os lucros e os prejuízos são privados. Já um capitalismo mercantilista é um arranjo em que os lucros são privados, mas os prejuízos são socializados. Quando são bem-sucedidas, as empresas mantêm seus lucros; quando sofrem prejuízos, recorrem ao governo em busca ou de pacotes de ajuda ou de novas medidas que restrinjam a concorrência. No extremo, pedem ao governo para jogar a fatura do prejuízo sobre os pagadores de impostos.

O papel das regulamentações em um capitalismo mercantilista não é corretamente entendido pelos intervencionistas. Eles genuinamente acreditam que as regulamentações são uma forma de o governo subjugar e domar as grandes corporações. Só que, historicamente, as regulamentações sempre foram uma maneira tida como lícita de determinadas empresas (geralmente as grandes e bem-conectadas politicamente) ganharem vantagens à custa de outras, geralmente menos influentes. Por exemplo, em teoria, agências reguladoras existem para proteger o consumidor. Na prática, elas protegem as empresas dos consumidores. Por um lado, as agências reguladoras estipulam preços e especificam os serviços que as empresas reguladas devem ofertar. Por outro, elas protegem as empresas reguladas ao restringir a entrada de novas empresas neste mercado. No final, agências reguladoras nada mais são do que um aparato burocrático que tem a missão de cartelizar os setores regulados — formados pelas empresas favoritas do governo —, determinando quem pode e quem não pode entrar no mercado, e especificando quais serviços as empresas escolhidas podem ou não ofertar, impedindo desta maneira que haja qualquer "perigo" de livre concorrência.

Em seu cerne, a regulação é anti-livre iniciativa, anti-livre mercado e anti-concorrência. A regulação não se baseia nas preferências dos consumidores e nem nos valores subjetivos dos consumidores em relação aos bens e serviços ofertados. Ao contrário, ela faz com que as empresas ajam como se fossem ofertantes monopolistas, de modo que os preços passam a ser determinados pelos custos de produção das empresas e não pela preferência dos consumidores. 

Mas isso é apenas o primeiro passo: uma empresa regulada pode encontrar várias maneiras de fazer as regulações funcionarem em proveito próprio e contra os interesses dos consumidores. Por exemplo, não é incomum que grandes empresas façam lobby para criar regulamentações complicadas e onerosas sobre seu próprio setor. Por que elas fazem isso? Para dificultar uma potencial concorrência de empresas novas, pequenas e com pouco capital. Empresas grandes e já estabelecidas têm mais capacidade e mais recursos para atender regulações minuciosas e onerosas. Empresas pequenas, que querem entrar naquele mercado mas que ainda não possuem muitos recursos financeiros, não têm essa capacidade. Empresas grandes podem contratar lobistas (ou podem simplesmente subornar políticos) para elaborar padrões de regulação que elas já atendem ou que podem facilmente atender, mas que são impossíveis de serem atendidos por empresas pequenas e recém-criadas. 

O livro "The Big Ripoff: How Big Business and Big Government Steal Your Money", de Timothy Carney, explica em detalhes como a própria Phillip Morris estimulou a "guerra contra o tabaco" para se beneficiar, como a própria General Motors agitou pela aprovação de rígidas legislações ambientalistas nos EUA (cujas restrições mais rígidas afetariam a concorrência), e como a poderosa megacorporação Archer Daniels Midland se beneficia dos subsídios para o etanol (algo adorado pelos ambientalistas).

O apoio das grandes empresas às regulamentações criadas pelos governos não apenas não é algo raro, como, na realidade, sempre foi a norma. Caso ainda não esteja convencido, apenas faça a si mesmo a seguinte pergunta: Qual destas tem uma maior probabilidade de ser afetada por vigorosas regulamentações: grandes corporações com boas conexões políticas e com enormes departamentos jurídicos e contábeis, ou micro e pequenas empresas ainda incipientes e em processo de formalização?  Regulamentações aniquilam a concorrência — e as empresas já estabelecidas adoram que seja assim. Este arranjo de economia mista é também, como já explicado, ótimo para os governos. Políticos e burocratas adquirem poderes sobre as empresas e, com tais poderes, garantem que seus cofres estejam sempre cheios. Políticos ganham generosas doações de campanha e reguladores ganham fartas propinas. Ambas essas contribuições são feitas pelas grandes empresas e pelos grandes sindicatos em troca da promessa de novas regulamentações que irão lhes favorecer e afetar a concorrência.

Trata-se de uma mistura de socialismo em um arranjo basicamente capitalista, uma mistura suficiente para manter fluidas as receitas do governo e garantir a continuidade dos assistencialismos sociais e corporativos. A porção capitalista dessa economia mista possibilita um confortável estilo de vida para políticos e para milhões de funcionários públicos. Defensores das regulações não percebem que elas são essencialmente uma forma de controle estatal. É por isso que todos os partidos políticos atuais endossam agências reguladoras e todo o seu aparato burocrático. Afinal, qual político não gostaria de comandar amplos setores da economia? 

Em vez de proteger os inocentes e incautos, regulações estimulam os escroques e incentivam as grandes empresas a manipular o sistema com o intuito de aumentar sua própria fatia de mercado e seus lucros. Como sempre ocorre com todas as interferências governamentais nas questões econômicas e sociais, a regulação gera o efeito exatamente oposto do seu proclamado objetivo. E o pior: em um esforço para se tentar corrigir as inevitáveis consequências desastrosas das regulações, mais e mais regulações vão sendo criadas, levando a um controle estatal da economia cada vez mais paralisante.

Já passou da hora de a população entender a diferença entre livre mercado, que se baseia na liberdade e na concorrência, e capitalismo mercantilista, que se baseia em privilégios concedidos pelo estado. A conclusão é que os socialistas se reinventaram, trocaram seu rótulo para social-democratas, deixaram de lado sua ânsia de estatizar diretamente os meios de produção e optaram por um mais suave modelo fascista, no qual estado e grandes empresas atuam em conluio para se beneficiar mutuamente e prejudicar o cidadão, que tem de aceitar serviços ruins e caros, pois não há mais livre mercado. Exatamente o intuito original dos socialistas.

Texto original: OCC
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Participaram deste artigo:
Hans F. Sennholz  (1922-2007) foi o primeiro aluno Ph.D de Mises nos Estados Unidos.  Ele lecionou economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que chegou.  Após ter se aposentado, tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997.  Foi um scholar adjunto do Mises Institute e, em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da liberdade.
Mark Borkowski é o presidente da corretora Mercantile Mergers & Acquisitions Corp., sediada em Toronto.
Leandro Roque é o editor e tradutor do site do  Instituto Ludwig von Mises Brasil.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A arte da guerra política de David Horowitz


Palestra feita no dia 31 de agosto de 2013 por Silvio Medeiros, sobre os 6 princípios de comunicação no debate político baseado na obra de David Horowitz.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Destruindo o mito de que a Esquerda defende as minorias


Desde o nascimento oficial da distinção entre Esquerda e Direita, após a Revolução Francesa, a Esquerda sempre tentou arrogar para si o monopólio das virtudes, sempre dizendo que ela defende as minorias. Mas será que essa auto-propaganda se confirma diante dos fatos históricos? devemos realmente acreditar no que políticos de Esquerda dizem diante do público? é o que iremos analisar neste texto. Entretanto, antes de começar, devemos responder: o que é o Esquerdismo? para responder a esta questão temos que entender primeiramente o que é o sistema econômico capitalista.

o capitalismo ou economia de livre mercado caracteriza-se por negociações ou troca de bens realizadas de forma voluntária entre os indivíduos de uma sociedade. A base destas trocas são a propriedade privada pertencente a estes indivíduos. Se uma pessoa possui dinheiro e deseja trocá-lo com um comerciante por um cacho de uvas, isso é precisamente o Capitalismo: trocas voluntárias entre indivíduos.

A Esquerda surgiu como uma ala de políticos que enxerga no capitalismo todo o mal que existe no mundo. Se no mundo existem pessoas pobres, doentes, desempregadas, famintos, mendigos e do outro lado existem ricos gananciosos e egoístas etc, na visão do esquerdista, tudo isso é culpa do Capitalismo. O esquerdista acredita que a corrupção moral que o ser humano vive é culpa do Capitalismo. Assim, a fórmula esquerdista para "salvar o mundo" é destruir o Capitalismo para que o ser humano volte a ser bom neste mundo(é uma mistura de filosofia rousseniana com um avatar materialista do Cristianismo, mas deixemos a Filosofia de lado por enquanto).

A questão central é: já que o capitalismo é um sistema econômico forte e opressor, como destruí-lo então? é precisamente aqui que entra o Estado (ou o governo, se preferir). Os esquerdistas perceberam que a única entidade mais forte do que o capitalismo, é o Estado. Na visão esquerdista, o Estado pode e deve ser usado como arma para destruir o Capitalismo e todos aqueles que o apoiam. É por este motivo que os esquerdistas vibram de alegria quando uma empresa, banco ou rodovia são estatizados e também choram de raiva quando estas entidades são privatizadas. Poder ao Estado! eis o esquerdismo em sua essência.

A esquerda então passou a apoiar financeiramente os intelectuais que dessem suporte filosófico a esta ideia, foi daí que surgiu o Socialismo. Já explicamos do que se trata o Socialismo no artigo intitulado "Porque o socialismo sempre será ditadura e corrupção". Mas de forma resumida para não fugirmos muito ao tema inicial, podemos definir resumidamente que: "o Socialismo significa usar a força do Estado para destruir o capitalismo sob a promessa de atingir a igualdade social humana". É por este motivo que os socialistas querem dar poderes excessivos ao Estado, custe o que custar. Todas as suas ações visam isto como objetivo final.

Quando o Socialismo ganhou força política no início da Século XIX, a Esquerda dizia defender os trabalhadores(proletariado) contra a opressão que sofriam dos seus patrões(os capitalistas). Daí a auto-propaganda naquela época era voltada para este "combate" que existia nas relações econômicas entre os indivíduos. Os trabalhadores estariam perdendo seus direitos, sendo escravizados, desumanizados pelos monstros capitalistas e somente a Esquerda podia salvá-los e a Direita, por outro lado, oferecia sustentação político-filosófica aos capitalistas. O tempo passou e o Socialismo, depois de ter sido aplicado em diversos países, demonstrou ser um grande fracasso político e econômico que só conseguiu gerar fome, miséria, totalitarismo e piorou cada vez mais a situação social dos trabalhadores. A situação de pós-guerra fria deixou claro ao mundo que enquanto os países que adotaram o capitalismo liberal (com redução de impostos, privatização em larga escala e estado-mínimo) conheceram a prosperidade econômica. Entre esses países constavam Estado Unidos da América, Canadá, Japão, Austrália, Singapura, Chile e diversos países europeus. Do mesmo modo, ficou evidente a pobreza gerada nos países socialistas tais como o bloco da União Soviética, Cuba, Coréia do Norte, Camboja, Laos e diversos países africanos e do Oriente médio, enquanto os líderes socialistas viviam na mais absoluta riqueza. O Capitalismo venceu e o Socialismo perdeu. A teoria e a propaganda socialista foram refutadas.

Após esta aniquiladora derrota, a Esquerda mudou de tática, já não defendia apenas os trabalhadores, mas agora defende as causas feministas, LGBT, ativismo afrodescendente, índios etc. Se no início a esquerda defendia os trabalhadores oprimidos, hoje a lista de oprimidos aumentou significativamente, sempre exigindo cada vez mais poderes ao estado para resolver esse "eterno conflito entre oprimidos e opressores".

Bem, já ficou claro que os esquerdistas jamais conseguiram elevar o padrão de vida econômico dos trabalhadores. Através do Socialismo, eles sempre causaram pobreza aos trabalhadores e riqueza aos burocratas do Estado. Quanto a defesa dos outros grupos minoritários, bem vejamos...

No passado, a esquerda perseguiu e matou homossexuais por considerar que o homossexualismo era uma doença causada pelo liberalismo da sociedade capitalista. Marx e Engels, os mais renomados intelectuais do esquerdismo, revelaram em trechos de suas obras que o homossexualismo é uma degeneração sexual causada pelo capitalismo.

Karl Marx deixou clara sua posição positiva em relação ao heterossexualismo normativo no livro "Manuscritos Econômicos e Filosóficos":
"A relação do homem com a mulher é a mais natural de ser humano com ser humano" (Marxists.org)
Engels expôs o seu repúdio ao homossexualismo em seu livro "A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado":
"os princípios morais naturais floresceriam no futuro socialista, quando a monogamia (heterossexual), ao invés de definhar, se transformaria em realidade - também para o homem - e a homossexualidade simplesmente desapareceria".
Clara Zetkin, uma jornalista marxista alemã, relatou o que Lênin a respondeu sobre a homossexualidade:
“Parece-me que esta superabundância de teorias sobre sexo brota do desejo de justificar a própria vida sexual anormal ou excessiva do indivíduo ante a moralidade burguesa e reivindicar tolerância para consigo. Não importa quão rebeldes e revolucionárias aparentam ser; essas teorias, em última análise, são completamente burguesas. Não há lugar para elas no partido, na consciência de classe e na luta proletária” (Marxists.org: Lenin on the women's question)
Com tanto 'embasamento' teórico proporcionado por intelectuais socialistas sobre o tema, não é de se espantar então que os homossexuais tenham sido perseguidos e mortos na China, URSS, Cuba, países socialistas no continente africano e no Oriente Médio. Experimente pesquisar:
Quanto à defesa dos grupos raciais, uma rápida investigação mostra os fatos evidentes: Na União Soviética, os russos humilharam, oprimiram e assassinaram diversos grupos étnicos, em particular os povos dos países eslavos. Em Cuba, Fidel Castro mantém o regime socialista vivo até hoje, o qual gerou enorme pobreza, perseguição ao povo cubano cuja maioria é negra. Pol Pot e Mao Tsé-tung não hesitaram nem por um instante em assassinar diversos grupos étnicos que oferecessem resistência às suas ditaduras. Em diversos países africanos e do Oriente Médio, a população local também sofreu os terrores causados pelos socialistas.

Nos Estados Unidos da América, o Partido Democrata (esquerdista) americano foi fundado por defensores da escravidão, ao passo que o Partido Republicano (direitista, que teve entre seus filiados o famoso Abraham Lincoln - que foi assassinado posteriormente) foi fundado por abolicionistas. Experimente ler a matéria intitulada "Eleições nos EUA põe em cheque o passado de racismo do país", você terá uma surpresa ao ver que os republicanos (direitistas) defendiam os direitos dos negros ao passo que os democratas (esquerdistas) fizeram de tudo para impedir a verdadeira igualdade na sociedade americana.

A organização Norte-Americana Klu klux Klan foi fundada por esquerdistas que eram contrários aos direitos iguais entre brancos e negros. O grupo de extrema esquerda chamado de Pantera Negras faziam terrorismo armado contra pessoas brancas e nunca pediram desculpas por seus atos. Como se pode observar,a Esquerda portanto não tem moral alguma para agora se autoproclamar "a defensora dos grupos étnicos".

O que dizer então do tratamento que a Esquerda ofereceu às mulheres ao longo desses séculos? Bem, na União Soviética, as mulheres eram levadas para o GULAG e lá trabalhavam várias horas por dia até que seus úteros saíssem para fora e continuavam a trabalhar até a morte. Em Cuba qualquer mulher que seja contra o regime da família Castro, é imediatamente presa e sofre retaliação por parte do governo. Na China, o Partido Comunista força as mulheres a abortarem todos os segundos filhos por causa da política de filho único. Até hoje nenhuma mulher jamais foi líder do partido comunista em nenhum lugar do mundo. Todos os países que adotaram o Socialismo foram ditaduras masculinas. A Esquerda começou a colocar mulheres no poder a pouco tempo para passar a imagem de boazinha que defende o Feminismo e os direitos iguais entre mulheres e homens.

CONCLUSÃO:

Após minuciosa investigação da história mundial do esquerdismo, chega-se a inevitável conclusão de que os políticos de esquerda não estão interessados em defender nenhum grupo minoritário para atingir igualdade social. Isso é pura propaganda ideológica, o objetivo único e primordial dos políticos de esquerda é tão somente aumentar o poder dos burocratas do Estado sob a falsa promessa de igualdade social. Quem quiser imaginar o contrário, ou é desonesto ou quer se enganar. E contra este pensamento doentio não há remédios a vista.


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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos



O Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo, a ideologia queer.

Harald estava intrigado com o fato de porque, apesar de todos os esforços dos políticos e engenheiros sociais para eliminar os "estereótipos de gênero", as garotas seguiam optando por profissões "femininas" -enfermeiras, cabeleireiras, etc.-, enquanto os homens seguiam atraídos por carreiras "masculinas" -técnicos, trabalhadores da construção civil, etc-.

As políticas de igualdade de gênero em seu país fizeram com que a tendência fosse inclusive mais acentuada. Estas políticas sempre defenderam que os sexos são papéis que se adquirem pela cultura e o meio, isto é, que não se nasce homem ou mulher, senão que se "torna".

Para seu documentário, Harald fez algumas perguntas inocentes aos principais pesquisadores e cientistas do NIKK. Depois tomou as respostas e transmitiu-as aos cientistas, líderes em sua área, em outras partes do mundo, sobretudo no Reino Unido e nos Estados Unidos, pedindo-lhes seu parecer sobre os resultados de seus pares noruegueses.

Como era de esperar, os resultados da "falsa ciência" provocaram regozijo e incredulidade entre a comunidade científica internacional, sobretudo porque se baseava em pura teoria, não apoiada por nenhuma pesquisa empírica.

Harald, após filmar essas reações, regressou a Oslo, e mostrou aos pesquisadores do Nikk. Resultou que, quando se defrontaram com a ciência empírica, os "pesquisadores de gênero" ficaram sem fala, e totalmente incapazes de defender suas teorias em relação a revisão da realidade.

A falsidade foi exposta ao ridículo diante de toda a audiência de televisão e as pessoas começaram a perguntar por que era necessário financiar, com 56 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, uma ideologia baseada em pesquisa que não tinha credenciais científicas em nenhum lugar.



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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Como o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

Por Trayce Hansen, Ph.D em Psicologia.

"Como profissionais de saúde mental, é a nossa obrigação moral e ética dar o nosso apoio a políticas que são no melhor interesse das pessoas a quem nós servimos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis - nomeadamente, as crianças. O "casamento" homossexual pode ser algo feito no melhor interesse dos homossexuais adultos que buscam reconhecimento social e legal para as suas uniões, mas não é no melhor interesse das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual acreditam que o amor é tudo o que as crianças precisam. Tendo como base esta suposição, eles concluem que é igualmente benéfico a criança ser criada por dois "pais" amorosos do mesmo sexo, tal como o é ser criada por pais do sexo oposto. Mas pressuposição básica - e tudo que daí se ramifica - é ingenuamente simplista e nega a natureza complexa e as necessidades básicas dos seres humanos.

Segundo décadas de pesquisas, a estrutura familiar ideal para as crianças é aquela formada por dois pais, a família pai-mãe (1,2,3) Estas pesquisa revelam de modo consistente que as crianças criadas em tais lares são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outra configuração familiar.

Pesquisas extensivas revelam que não só as mães, mas também os país são importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Pesquisadores Suecos analisaram os melhores estudos longitudinais de todo o mundo que avaliaram os efeitos dos pais [homens] no desenvolvimento das crianças. A sua revisão analisou 20 anos de estudos e incluiu mais de 22,000 crianças; o mesmo apurou que os pais 1) reduzem os problemas comportamentais dos rapazes e os problemas psicológicos das raparigas, 2) aumentam o desenvolvimento cognitivo, 3) e diminuem a delinquência. (4)

É evidente que as crianças beneficiam do facto de terem tanto o pai e a mãe. Pesquisas médicas recentes confirmam a existência de diferenças geneticamente determinadas entre os homens e as mulheres, e que essas diferenças fundamentais explicam o porquê dos pais e das mães trazerem características paternas únicas que não podem ser replicadas pelo outro seco. Os pais e as mães pura e simplesmente não são intercambiáveis; duas mães podem ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai. A paternidade unissexual - quer seja de um só pai/uma só mãe, ou de uma dupla homossexual, priva as crianças do todo o potencial da paternidade que é oferecido pelas duplas de sexo oposto.

Só as famílias pai-mãe podem dar às crianças a oportunidade de desenvolverem relacionamentos com um progenitor do mesmo sexo, bem como relacionamentos com o progenitor do sexo oposto. Relacionamentos com ambos os sexos na fase inicial da vida facilitam e geram um maior conforto na criança que mais tarde se vai relacionar com ambos os sexos. Essencialmente, ter relacionamentos com o progenitor e com a progenitora aumentam as probabilidades da criança vir a ter relacionamentos sociais e românticos mais bem sucedidos durante a sua vida. (5) Para além disso, pesquisas existentes feitas em crianças educadas por homossexuais não só são cientificamente falhas como são extremamente limitadas (6,7,8); no entanto, alguns estudos indicam que as crianças criadas em ambientes homossexuais encontram-se sob um risco maior de sofrer de uma vasta gama de consequências negativas. (6)

Outros estudos apuraram que crianças educadas por homossexuais são mais susceptíveis de se envolverem em experiências sexuais, de sofrer de confusão sexual, e de se envolverem eles mesmos em actos homossexuais e bissexuais. (5,6,9) E, segundo pesquisas extensivas, aquelas crianças que mais tarde se envolvem em comportamentos não-heterossexuais elas são mais susceptíveis de sofrer com desordens psiquiátricas, de ter problemas com o álcool e com as drogas, (10), de levarem a cabo tentativas de suicídio, (11), de sofrerem de violência doméstica e violência sexual, (12), e encontram-se em risco maior de contrair doenças crónicas, de contrair a SIDA e de ter uma duração de vida mais reduzida.(13,14,15)

Não deveria ser surpresa alguma o facto dos estudos apurarem que as crianças que são educadas em ambientes homossexuais são elas mesmas mais susceptíveis de se envolverem em comportamentos homossexuais. (16,9,17) visto que pesquisas levadas a cabo de modo extensivo em todo o mundo revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como ambientes permissivos que afirmam o homossexualismo como normal, desempenham um papel fulcral no desenvolvimento do comportamento homossexual. (18,19,20,21). Não há qualquer dúvida que a sexualidade humana é fluída e moldável (22); levemos em conta a Grécia antiga e Roma antiga - entre outras civilizações antigas - onde o homossexualismo masculino e o bissexualismo eram ubíquos. Isto não era o resultado do "gene homossexual" mas sim do facto da sexualidade ser maleável e socialmente influenciável.

Sem dúvida que o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens. A mensagem implícita e explícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente aceitáveis e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças educadas em lares tradicionais - influenciados pela mensagem todas-as-opções-sexuais-são-válidas - crescerão acreditando que não interessa com quem a pessoa se relaciona ou com quem ela se casa. Manter tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma elas nunca iriam colocar como hipótese.

Tem também que se esperar que, se a sociedade permitir o "casamento" homossexual, se permitam outros tipos de "casamentos" não-tradicionais. A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir o casamento polígamo, o "casamento" poliamoroso, ou outro qualquer agrupamento marital será também considerado discriminatório. De facto, tal malabarismo legal já teve início; as ramificações emocionais e psicológicas na psique e na sexualidade das crianças destes variados arranjos será desastroso.

Até hoje, muito poucas experiências foram feitas que analisam os efeitos a longo prazo dos "lares" homossexuais sobre as crianças. Segundo, Charlotte Patterson, uma auto-proclamada pesquisadora pró-"casamento" homossexual, só existem dois estudos longitudinais em torno de crianças educadas por lésbicas, (23) e nenhum estudo a longo prazo sobre crianças criadas por homens homossexuais. Nenhuma organização profissional dedicada ao bem estar dos seus pacientes pode apoiar mudanças drásticas nas políticas sociais tendo como base apenas dois pequenos e não-representativos estudos longitudinais.

Certamente que as duplas homossexuais podem ser tão amorosas para as crianças como os casais, mas as crianças precisam mais do que amor; elas precisam das qualidades distintas e naturezas complementaras do progenitor e da progenitora. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos conclui que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e uma mulher. Esta sabedoria testada pelo tempo é, atualmente, confirmada pelas pesquisas mais avançadas e cientificamente mais sólidas disponíveis.

Mais importante ainda, e para seu crédito, muitos auto-proclamados pesquisadores em favor do "casamento" homossexual admitem que não não existem evidências conclusivas em torno da forma como a "paternidade" homossexual afecta as crianças. Mas mesmo assim, alguns destes mesmos pesquisadores apoiam o "casamento" homossexual porque acreditam que ele disponibilizará um laboratório natural onde se pode avaliar o impacto a longo prazo que ele terá nas crianças. (24) Esta posição é inconsciente e indefensável.

O "casamento" homossexual não é no melhor interesse das crianças. Embora muitas pessoas possam ter empatia com os homossexuais que se querem "casar" e educar crianças, nós não podemos permitir que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da compaixão pelas crianças. Numa guerra entre os desejos de alguns homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos permitir que as crianças percam.

A CAMFT, tal como todas as organizações que lidam com a saúde mental, têm que basear as suas decisões nas evidências científicas e nos dados resultantes de pesquisas, e não nas crenças pessoais ou nas opiniões políticas. Mais importante ainda, eles não podem permitir que as crianças sejam usadas como porquinhos-da-Índia em experiências sociais imprudentes e potencialmente prejudicais."

Fonte: Artigos da Drª Trayce Hansen



REFERÊNCIAS:

1- Marriage and the Family by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

2- Marriage and the Family by Child Trends available at http://www.childtrends.org.

3- Family Matters: Family Structure and Child Outcomes by the Alabama Policy Institute available at http://www.alabamapolicy.org.

4- Sarkadi, A., Kristiansson, R., Oberklaid, F., & Bremberg, S. (2008). Fathers’ involvement and children’s developmental outcomes: A systematic review of longitudinal studies. Acta Paediatrica, 97, 153-158.

5- Biller, H.B. (1993). Fathers and families: Paternal factors in child development. Westport, Connecticut: Auburn House.

6- Homosexual Parenting: Is It Time For a Change by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

7- Lerner, R., & Nagai, A. (2001). No Basis: What the Studies Don’t Tell Us About Same-Sex Parenting, Washington DC: Marriage Law.

8- Nock, S.L. 2001, Affidavit of Steven Lowell Nock: Halpern v. Attorney General of Canada, No. 684/00 (Ontario Supreme Court of Justice).

9- Stacey, J. & Biblarz, T.J. (2001). (How) does the sexual orientation of parents matter. American Sociological Review, 66, 159-183.

10- Udry, J.R. & Chantala, K. (2005). Risk factors differ according to same-sex and opposite-sex interest. Journal of Biosocial Science, 37, 481-497.

11- Silenzio, V.M.B., Pena, J.B., Duberstein, P.R., Cerel, J., & Knox, K.L. (2007). Sexual orientation and risk factors for suicidal ideation and suicide attempts among adolescents and young adults. American Journal of Public Health, 97 (11), 2017-2019.

12- Balsam, K.F., Rothblum, E.D., & Beauchaine, T.P. (2005). Victimization over the life span: A comparison of lesbian, gay, bisexual, and heterosexual siblings. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 73 (3), 477-487.

13- Nurses’ Health Study II available at http://www.gaydata.org.

14- Hogg, R.S., Strathdee, S.A., Craib, K.J.P., OShaughnessy, M.V., Montaner, J.S.G., & Schechter, M.T. (1997). Modeling the impact of HIV disease on mortality in gay and bisexual men. International Journal of Epidemiology, 26 (3), 657-661.

15- Valanis, B.G., Bowen, D.J., Bassford, T., Whitlock, E., Charney, P., & Carter, R.A. (2000). Sexual orientation and health. Archives of Family Medicine, 9, 843-853.

16- Baumrind, D. (1995). Commentary on sexual orientation: Research and social policy implications. Developmental Psychology, 31 (1), 130-136.

17- Golombok, S., & Tasker, F. (1996). Do parents influence the sexual orientation of their children? Findings from a longitudinal study. Developmental Psychology, 32, 3-11.

18- Frisch, M., & Hviid, A. (2006). Childhood family correlates of heterosexual and homosexual marriages: A national cohort study of two million Danes. Archives of Sexual behavior, 35, 533-547.

19- Langstrom, N., Rahman, Q., Carlstrom, E., & Lichtenstein, P. (2008). Genetic and environmental effects on same-sex sexual behavior: A population study of twins in Sweden. Archives of Sexual behavior, DOI 10.1007/s10508-008-9386-1.

20- Lauman, E.O., Gagnon, J.H., Michael, S. (1994). The social organization of sexuality: Sexual Practices in the United States. Chicago: University of Chicago Press.

21- Santilla, P., Sandnabba, N.K., Harlaar, N., Varjonen, M., Alanko, K., von der Pahlen, B. (2008). Potential for homosexual response is prevalent and genetic. Biological Psychology, 77, 102-105.

22- Diamond, L.M. (2008). Female bisexuality from adolescence to adulthood: results from a 10-year longitudinal study. Developmental Psychology, 44 (1), 5-14.

23- Lesbian and Gay Parenting by Charlotte Patterson available at http://www.apa.org.

24- Gay Marriage, Same-Sex Parenting, and America’s Children by William Meezan and Jonathan Rauch available at http://www.futureofchildren.org.


TRADUÇÃO: Blog: o homossexualismo

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Site estima que comunismo matou mais de 100 milhões no mundo


Fonte: Terra


Se nesta década os EUA e seus aliados enfrentam a ameaça do terrorismo, um adversário sem nacionalidade e que não poupa civis, após a Segunda Guerra Mundial e até a o fim dos anos 80, a ideologia a ser combatida por esses países tinha cor vermelha, um poderoso exército e armas nucleares: o comunismo. Para documentar esta história, com o objetivo de "honrar as mais de 100 milhões de vítimas dessa tirania e educar as gerações futuras sobre o passado", o site Global Museum on Communism (Museu Global do Comunismo, em inglês, disponível no endereço www.globalmuseumoncommunism.org) foi criado.

Mesmo após quase 20 anos do fim da Guerra Fria, o site mais parece uma poderosa ferramenta de propaganda anticomunista do que propriamente um centro de pesquisa e documentação. É possível encontrar seções como o "Hall da Infâmia", onde estão as biografias de líderes comunistas como Lenin, Stalin, Mao Zedong, Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro, "entre outros ditadores responsáveis pelo século de terror comunista".

Já a "Galeria dos Heróis", traça a história "dos bravos homens e mulheres que sofreram como prisioneiros políticos, levantaram a bandeira da liberdade e viveram a opressão de regimes comunistas", segundo o site. Entre os retratados como heróis estão Ronald Reagan, Winston Churchill e Harry Truman.

De acordo com os cálculos da organização, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo é de mais de 100 milhões. A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 65 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem União Soviética, 20 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.

Os recursos gráficos do site incluem a seção "Linha do Tempo", que narra ano a ano os fatos que marcaram a história do comunismo, com vídeos e textos, além de galerias de imagens. O "Registro de Vítimas" permite que usuários de todo o mundo enviem seus relatos sobre a relação que tiveram com o comunismo. Há também artigos especiais com temas como "Economias pós-Comunismo", "A Guerra na Religão", "A Perseguição Chinesa aos Uigures", entre outros."Nosso museu serve como símbolo de esperança e lugar necessário para lembrança em tempos em que muitos estão esquecendo o alto preço que o comunismo cobra como a detenção da população e do resto do mundo livre. Educando sobre os horrores do passado e apontando os perigos atuais, o Museu Global do Comunismo assegura que 'nunca novamente' as nações e pessoas permitirão que uma tirania aterrorize o mundo", diz o site.


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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Entenda o "mensalão"


Em meados de junho de 2005 o deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) denunciou em entrevista um esquema de compra de votos de parlamentares da base governista. Segundo o deputado, uma mesada no valor de R$ 30 mil era destinada a congressistas para que projetos do governo federal fossem aprovados.

De acordo com o Ministério Público, políticos dos partidos PL (Partido Liberal), hoje PR (Partido da República), PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), PP (Partido Progressista), PT (Partido dos Trabalhadores) e PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) participaram do esquema que teria durado entre 2003 e 2004, finalizando no início de 2005.

Segundo denúncia daProcuradoria-Geral da República, o chamado “mensalão” funcionava a partir de três núcleos: político, operacional e financeiro. O empresário Marcos Valério realizava empréstimos com os bancos Rural e BMG apresentando como garantia os contratos que suas agências tinham com o governo.

Esse dinheiro iria para o bolso dos parlamentares e para o “Caixa 2”, que é o uso do valor repassado pelo publicitário para pagamento de dívidas de partidos e dos gastos com as campanhas eleitorais.

Políticos da base aliada aprovavam concessões e vantagens de contratos do governo com Marcos Valério. No esquema foram denunciadas quarenta pessoas, entre elas o ex-ministro chefe da Casa Civil do primeiro governo do presidente Lula, José Dirceu, que chefiava o núcleo político; o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que se encarregava de pagar a propina a parlamentares; e o então presidente do PT, José Genoino, acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha.

O maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi a julgamento neste ano de 2013 intitulado de Ação Penal 470. Dos 38 réus que foram a julgamento, 25 foram condenados pelo SupremoTribunal Federal (STF). Na última quarta-feira, 13, a maioria dos ministros do STF decidiram decretar prisão imediata dos condenados no processo.

FONTE: Jornal O Povo

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domingo, 28 de setembro de 2014

O culto ao líder socialista

Uma das caraterísticas mais bizarras que os esquerdistas possuem é, sem dúvida, o culto ao líder. A ideia de um “super-homem” que irá usar a força do estado para levar o povo à prosperidade, à salvação é um dogma desta mentalidade doentia. A mente esquerdista se utiliza de uma premissa rousseniana: um homem bom assumirá o poder do estado e criará um paraíso na terra. Não era à toa que o filósofo Friedrich Nietzsche considerava o Socialismo um mero avatar(encarnação materialista) do Cristianismo. Enquanto Deus prometeu um paraíso após a morte, a elite esquerdista promete aos seus seguidores um paraíso terrestre. Daí resulta que os líderes que efetuarem a “revolução do proletariado” (acabando com a elite capitalista) serão adorados como semi-deuses. O culto ao líder é expressado de diversas formas: estátuas em locais públicos, embalsamentos, cartazes etc.

Uma terrível consequência dessa mentalidade é que esta viabiliza a criação de uma cultura que origina sociedades totalitárias. Estando os seguidores enfeitiçados por seus líderes, eles tornam-se incapazes de exercer ou aceitar qualquer crítica contra seus "mestres". Em todas as sociedade livres, democráticas e saudáveis, a crítica é sempre bem-vinda, pois desempenha papel importante na condução do país para situações melhores e evitar que atitudes políticas ruins aconteçam, além de ajudar a evitar que os políticos cometam abusos contra a sociedade. Mas nas condições de culto ao líder, a tendência é o desaparecimento de qualquer crítica e de oposição política, o que por sua vez causa o surgimento da Espiral do Silêncio descrito pela cientista política Elisabeth Noelle-Neumann. Quando algum cidadão ousa criticar os líderes socialistas, os seus seguidores o atacam com violência física, verbal ou psicológica no intuito de neutralizar as críticas e causar o isolamento social e político dos opositores. Afinal, que oposição ousaria criticar um líder carismático que o povo ama cegamente? Livre e protegido contra críticas, o líder socialista pode praticar o mal que desejar contra a sociedade, pois as chances da oposição se manifestar será reduzida. Para se ter uma ideia, Josef Stálin assassinou mais de 20 milhões de pessoas na União Soviética e Mao Tsé-tung matou 70 milhões de chineses durante seus governos, mas até hoje eles possuem fiéis seguidores que os defendem cegamente.

Vejamos algumas manifestações do culto ao líder na prática:

ORAÇÃO:
Na Venezuela socialista de Nicolás Maduro, o governo substituiu a oração cristã "Pai Nosso" pela infame "Chávez Nosso", uma óbvia "santificação" ao líder comunista Hugo Chávez, falecido em 2013, acompanhe:
"Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados.
Santificado seja teu nome. Venha a nós teu legado para levá-lo aos povos daqui e de lá.
Dai-nos hoje tua luz para que nos guie a cada dia
e não nos deixes cair na tentação do capitalismo,
mas livrai-nos da maldade da oligarquia, do crime do contrabando.
Porque nossa é a pátria, pelos séculos e séculos.
Amém. Viva Chávez" - (FONTE)


ESTÁTUAS:
Nas sociedades socialistas, é comum a construção de estátuas dos líderes para constatemente lembrar ao povo os responsáveis pela revolução. Vejam na sequência: Lênin, Stálin e Mao Tsé-tung.

 


EMBALSAMENTOS:
Na maioria das vezes em que o líder socialista morre, os seus seguidores embalsam o seu corpo e o colocam em locais de visitação pública para serem cultuados pelo povo.

Vladimir Lênin foi embalsamado ao morrer em 1924. Seu corpo encontra-se na Praça Vermelha de Moscou.


Josef Stálin foi embalsamado em 1953 e seu corpo foi exposto ao lado de Lênin, mas enterrado em 1956.


Mao Tsé-Tung, o líder socialista chinês, faleceu em 1976. O corpo de Mao está em um caixão de cristal para exibição pública, sendo visitado todos os dias por centenas de pessoas.


Ho Chi Mhin, socialista vietnamita falecido em 1969 por insuficiência cardíaca, seu corpo foi embalsamado e posto num caixão de cristal num mausoléu em Hanoi.


Kim Il Sung, líder socialista norte-coreano, falecido em 1994 devido a uma parada cardíaca, seu corpo foi exposto no Palácio Memorial Kumsusan.


Kim Jong-Il, filho de Kim Il-Sung, foi um chefe de estado norte-coreano, nasceu em 1941 e faleceu em 2011.


María Eva Duarte de Perón foi uma líder política socialista argentina, nasceu em 1919 e faleceu em 1952. Após sua morte – devido a um câncer no útero -, o corpo foi embalsamado e ficou exposto à visitação pública até o golpe de Estado que derrubou seu marido, Juan Domingo Perón, em 1955.

A SAUDAÇÃO NAZISTA À HITLER:







"A Esquerda quer destronar o Deus cristão 
e colocar em seu lugar os líderes socialistas".



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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A intolerância dos tolerantes

O título deste artigo vem de um livro do teólogo canadense D.A. Carson, e pode parecer paradoxal à primeira vista. Afinal, como pode haver tolerantes intolerantes? Após uma reflexão, porém, a ideia fica mais clara. Há um grupo cada vez maior de pessoas que, em nome da tolerância, demonstra incrível intolerância com aqueles de quem divergem. Carson argumenta que a “nova” tolerância representa uma forma peculiar de intolerância. Antes, tolerar era aceitar a existência de pontos de vista diferentes, conviver com eles, ainda que os combatendo.

Talvez o melhor exemplo dessa tradição seja a frase atribuída a Voltaire, que teria dito para Rousseau: “Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo.” Vale notar que Voltaire considerava Rousseau um “poço de vileza”. Isso é importante, pois o ato de tolerar era nobre justamente porque o filósofo rejeitava claramente o pensamento e até a pessoa a quem estendia sua tolerância. Tolerar era aceitar as diferenças, não abraçá-las como nobres em si.

Hoje, significa aceitar os diferentes pontos de vista como se fossem igualmente válidos, uma mudança que parece sutil, mas tem grandes consequências práticas. Agora, o “tolerante” precisa tomar qualquer opinião como verdadeira. Em vez de aceitar a liberdade de expressão de opiniões contrárias, ele deve acatar todas essas opiniões.

Essa mudança de paradigma dentro do próprio Ocidente vem pavimentando a estrada da possível destruição de seus principais valores, assim como a cultura ocidental como a conhecemos. Não precisamos apenas tolerar as ideias islâmicas, por exemplo, com o direito até mesmo de combatê-las; devemos abraçá-las como igualmente válidas, ou “apenas diferentes” das próprias ideias que fundaram a cultura de liberdade ocidental.

Thomas Sowell diz que há poucos mais dogmáticos do que aqueles que falam em diversidade o tempo todo. Com ironia, manda perguntar, da próxima vez que escutar um “progressista” enaltecendo a importância da diversidade, quantos conservadores existem no departamento de sociologia de sua faculdade.

Na verdade, os movimentos sociais de “minorias” costumam demonstrar bastante intolerância com certos grupos, como o de liberais e conservadores, principalmente os religiosos. A tolerância dos “tolerantes” é bem seletiva e limitada, na prática. Podem demonizar as elites, o homem branco ocidental, os ricos, os católicos, os “neoliberais”, e ainda conseguem posar de defensores da diversidade e da tolerância depois. Incoerente, não?

Algumas feministas destilam verdadeiro ódio aos homens e às mulheres que se recusam a aderir ao discurso de vitimização do “sexo oprimido”. Veganos não toleram aqueles que pensam que animais podem e devem servir de alimento ao homem. Racialistas chamam de traidores, com baba de ódio escorrendo pelo canto da boca, aqueles negros que se recusam a aplaudir a segregação da humanidade com base na “raça”. Membros do movimento gay demandam mais tolerância, ao mesmo tempo em que repudiam com veemência aqueles que simplesmente não gostam ou não querem perto de si homossexuais. Onde está a verdadeira intolerância? Todos são obrigados a achar “lindo” o amor entre dois homens? Se fosse para usar o conceito tradicional de tolerância, esses que não gostam ou sentem aversão (e não fobia) a gays teriam, sem dúvida, que aceitá-los e manter o devido respeito como seres humanos que são. Mas é só. Tolerar não deve ser sinônimo de gostar, aprovar, aplaudir ou mesmo conviver. Discriminar é separar, selecionar, e todos devem ser livres para escolher com quem querem compartilhar seus momentos.

Quem se coloca contra todo tipo de discriminação ou preconceito é, no fundo, hipócrita. Bastaria uma reflexão rápida e honesta para constatar que ele também discrimina e tem sua cota de preconceitos. Talvez, contra liberais que escrevem neste jornal. Talvez, contra um pastor evangélico. Talvez, contra um capitalista burguês que gosta de Miami.

Enquanto as escolhas forem voluntárias e a segregação for pacífica, a tolerância está sendo praticada. Eu, que abomino o socialismo, pois sacrificou a vida de milhões de inocentes (inclusive os gays) no altar da utopia, tolero socialistas. Mas pretendo continuar combatendo esta ideologia nefasta no campo das ideias, e selecionando minhas próprias amizades, que englobam gays, por exemplo, mas não petistas(socialistas).

Intolerância? Não. Apenas minha liberdade de escolha. Esta que tantos “tolerantes” detestam, pois gostariam de impor sua visão de mundo estreita e uniforme.



Feministas abortistas e ativistas LGBTs "tolerantes" 
agridem cristãos que rezavam na Igreja



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