contra-esquerda

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domingo, 28 de setembro de 2014

O culto ao líder socialista

Uma das caraterísticas mais bizarras que os esquerdistas possuem é, sem dúvida, o culto ao líder. A ideia de um “super-homem” que irá usar a força do estado para levar o povo à prosperidade, à salvação é um dogma desta mentalidade doentia. A mente esquerdista se utiliza de uma premissa rousseniana: um homem bom assumirá o poder do estado e criará um paraíso na terra. Não era à toa que o filósofo Friedrich Nietzsche considerava o Socialismo um mero avatar(encarnação materialista) do Cristianismo. Enquanto Deus prometeu um paraíso após a morte, a elite esquerdista promete aos seus seguidores um paraíso terrestre. Daí resulta que os líderes que efetuarem a “revolução do proletariado” (acabando com a elite capitalista) serão adorados como semi-deuses. O culto ao líder é expressado de diversas formas: estátuas em locais públicos, embalsamentos, cartazes etc.

Uma terrível consequência dessa mentalidade é que esta viabiliza a criação de uma cultura que origina sociedades totalitárias. Estando os seguidores enfeitiçados por seus líderes, eles tornam-se incapazes de exercer ou aceitar qualquer crítica contra seus "mestres". Em todas as sociedade livres, democráticas e saudáveis, a crítica é sempre bem-vinda, pois desempenha papel importante na condução do país para situações melhores e evitar que atitudes políticas ruins aconteçam, além de ajudar a evitar que os políticos cometam abusos contra a sociedade. Mas nas condições de culto ao líder, a tendência é o desaparecimento de qualquer crítica e de oposição política, o que por sua vez causa o surgimento da Espiral do Silêncio descrito pela cientista política Elisabeth Noelle-Neumann. Quando algum cidadão ousa criticar os líderes socialistas, os seus seguidores o atacam com violência física, verbal ou psicológica no intuito de neutralizar as críticas e causar o isolamento social e político dos opositores. Afinal, que oposição ousaria criticar um líder carismático que o povo ama cegamente? Livre e protegido contra críticas, o líder socialista pode praticar o mal que desejar contra a sociedade, pois as chances da oposição se manifestar será reduzida. Para se ter uma ideia, Josef Stálin assassinou mais de 20 milhões de pessoas na União Soviética e Mao Tsé-tung matou 70 milhões de chineses durante seus governos, mas até hoje eles possuem fiéis seguidores que os defendem cegamente.

Vejamos algumas manifestações do culto ao líder na prática:

ORAÇÃO:
Na Venezuela socialista de Nicolás Maduro, o governo substituiu a oração cristã "Pai Nosso" pela infame "Chávez Nosso", uma óbvia "santificação" ao líder comunista Hugo Chávez, falecido em 2013, acompanhe:
"Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados.
Santificado seja teu nome. Venha a nós teu legado para levá-lo aos povos daqui e de lá.
Dai-nos hoje tua luz para que nos guie a cada dia
e não nos deixes cair na tentação do capitalismo,
mas livrai-nos da maldade da oligarquia, do crime do contrabando.
Porque nossa é a pátria, pelos séculos e séculos.
Amém. Viva Chávez" - (FONTE)


ESTÁTUAS:
Nas sociedades socialistas, é comum a construção de estátuas dos líderes para constatemente lembrar ao povo os responsáveis pela revolução. Vejam na sequência: Lênin, Stálin e Mao Tsé-tung.

 


EMBALSAMENTOS:
Na maioria das vezes em que o líder socialista morre, os seus seguidores embalsam o seu corpo e o colocam em locais de visitação pública para serem cultuados pelo povo.

Vladimir Lênin foi embalsamado ao morrer em 1924. Seu corpo encontra-se na Praça Vermelha de Moscou.


Josef Stálin foi embalsamado em 1953 e seu corpo foi exposto ao lado de Lênin, mas enterrado em 1956.


Mao Tsé-Tung, o líder socialista chinês, faleceu em 1976. O corpo de Mao está em um caixão de cristal para exibição pública, sendo visitado todos os dias por centenas de pessoas.


Ho Chi Mhin, socialista vietnamita falecido em 1969 por insuficiência cardíaca, seu corpo foi embalsamado e posto num caixão de cristal num mausoléu em Hanoi.


Kim Il Sung, líder socialista norte-coreano, falecido em 1994 devido a uma parada cardíaca, seu corpo foi exposto no Palácio Memorial Kumsusan.


Kim Jong-Il, filho de Kim Il-Sung, foi um chefe de estado norte-coreano, nasceu em 1941 e faleceu em 2011.


María Eva Duarte de Perón foi uma líder política socialista argentina, nasceu em 1919 e faleceu em 1952. Após sua morte – devido a um câncer no útero -, o corpo foi embalsamado e ficou exposto à visitação pública até o golpe de Estado que derrubou seu marido, Juan Domingo Perón, em 1955.

A SAUDAÇÃO NAZISTA À HITLER:



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A intolerância dos tolerantes

O título deste artigo vem de um livro do teólogo canadense D.A. Carson, e pode parecer paradoxal à primeira vista. Afinal, como pode haver tolerantes intolerantes? Após uma reflexão, porém, a ideia fica mais clara. Há um grupo cada vez maior de pessoas que, em nome da tolerância, demonstra incrível intolerância com aqueles de quem divergem. Carson argumenta que a “nova” tolerância representa uma forma peculiar de intolerância. Antes, tolerar era aceitar a existência de pontos de vista diferentes, conviver com eles, ainda que os combatendo.

Talvez o melhor exemplo dessa tradição seja a frase atribuída a Voltaire, que teria dito para Rousseau: “Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo.” Vale notar que Voltaire considerava Rousseau um “poço de vileza”. Isso é importante, pois o ato de tolerar era nobre justamente porque o filósofo rejeitava claramente o pensamento e até a pessoa a quem estendia sua tolerância. Tolerar era aceitar as diferenças, não abraçá-las como nobres em si.

Hoje, significa aceitar os diferentes pontos de vista como se fossem igualmente válidos, uma mudança que parece sutil, mas tem grandes consequências práticas. Agora, o “tolerante” precisa tomar qualquer opinião como verdadeira. Em vez de aceitar a liberdade de expressão de opiniões contrárias, ele deve acatar todas essas opiniões.

Essa mudança de paradigma dentro do próprio Ocidente vem pavimentando a estrada da possível destruição de seus principais valores, assim como a cultura ocidental como a conhecemos. Não precisamos apenas tolerar as ideias islâmicas, por exemplo, com o direito até mesmo de combatê-las; devemos abraçá-las como igualmente válidas, ou “apenas diferentes” das próprias ideias que fundaram a cultura de liberdade ocidental.

Thomas Sowell diz que há poucos mais dogmáticos do que aqueles que falam em diversidade o tempo todo. Com ironia, manda perguntar, da próxima vez que escutar um “progressista” enaltecendo a importância da diversidade, quantos conservadores existem no departamento de sociologia de sua faculdade.

Na verdade, os movimentos sociais de “minorias” costumam demonstrar bastante intolerância com certos grupos, como o de liberais e conservadores, principalmente os religiosos. A tolerância dos “tolerantes” é bem seletiva e limitada, na prática. Podem demonizar as elites, o homem branco ocidental, os ricos, os católicos, os “neoliberais”, e ainda conseguem posar de defensores da diversidade e da tolerância depois. Incoerente, não?

Algumas feministas destilam verdadeiro ódio aos homens e às mulheres que se recusam a aderir ao discurso de vitimização do “sexo oprimido”. Veganos não toleram aqueles que pensam que animais podem e devem servir de alimento ao homem. Racialistas chamam de traidores, com baba de ódio escorrendo pelo canto da boca, aqueles negros que se recusam a aplaudir a segregação da humanidade com base na “raça”. Membros do movimento gay demandam mais tolerância, ao mesmo tempo em que repudiam com veemência aqueles que simplesmente não gostam ou não querem perto de si homossexuais. Onde está a verdadeira intolerância? Todos são obrigados a achar “lindo” o amor entre dois homens? Se fosse para usar o conceito tradicional de tolerância, esses que não gostam ou sentem aversão (e não fobia) a gays teriam, sem dúvida, que aceitá-los e manter o devido respeito como seres humanos que são. Mas é só. Tolerar não deve ser sinônimo de gostar, aprovar, aplaudir ou mesmo conviver. Discriminar é separar, selecionar, e todos devem ser livres para escolher com quem querem compartilhar seus momentos.

Quem se coloca contra todo tipo de discriminação ou preconceito é, no fundo, hipócrita. Bastaria uma reflexão rápida e honesta para constatar que ele também discrimina e tem sua cota de preconceitos. Talvez, contra liberais que escrevem neste jornal. Talvez, contra um pastor evangélico. Talvez, contra um capitalista burguês que gosta de Miami.

Enquanto as escolhas forem voluntárias e a segregação for pacífica, a tolerância está sendo praticada. Eu, que abomino o socialismo, pois sacrificou a vida de milhões de inocentes (inclusive os gays) no altar da utopia, tolero socialistas. Mas pretendo continuar combatendo esta ideologia nefasta no campo das ideias, e selecionando minhas próprias amizades, que englobam gays, por exemplo, mas não petistas(socialistas).

Intolerância? Não. Apenas minha liberdade de escolha. Esta que tantos “tolerantes” detestam, pois gostariam de impor sua visão de mundo estreita e uniforme.



Feministas abortistas e ativistas LGBTs "tolerantes" 
agridem cristãos que rezavam na Igreja



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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A destruição da infância




Imagine que você tenha uma filha pré-adolescente e precise matriculá-la na escola para iniciar os estudos do Ensino Fundamental. Agora imagine que a professora de sua filha precise dar aulas de Educação Sexual e, para isso, conte com o auxílio de uma cartilha do governo com imagens de pessoas fazendo sexo. Não bastasse isso, imagine também a mesma professora incentivando danças nas quais sua filha tenha de simular relações sexuais com um menino. Ficou espantado? Justo! Mas, apesar das cenas acimas parecerem irreais, na prática, já se tornaram parte do currículo escolar de uma porção de alunos Brasil afora.

A Educação Sexual para jovens, ao contrário do que se costuma dizer no círculo das classes falantes, não é um método para discutir tabus, sequer informar a juventude sobre riscos de DSTs ou gravidezes indesejadas. O foco principal desse trabalho é estimular um novo padrão de comportamento baseado no perfil desejado por ONGs e fundações internacionais. O Conselho de Informação e Educação Sexual dos Estados Unidos (Siecus), grande colaborador no que tange à produção de material para esses assuntos, faz uma clara apologia em seu site de práticas como "masturbação", "aborto" e "materiais pornográficos". Coisas do gênero são vistas como direitos sexuais.

Por outro lado, a mesma instituição defende o fim do financiamento do Estado para programas que promovam a abstinência e a castidade por, segundo eles, não produzirem um resultado efetivo, satisfatório. O que é uma mentira deslavada! Para pôr fim ao embuste, basta pegar as declarações do diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da Aids da Escola de Saúde Pública de Harvard, Edward Green, para constatar o quão a Igreja estava e está certa no debate sobre o uso da camisinha. Ou então observar a queda do número de soropositivos na Uganda, após o governo adotar uma política de incentivo à castidade e à fidelidade conjugal.

Ao contrário do que dizem os promotores desse tipo de educação, o ensinamento da Igreja quanto à sexualidade não está radicado em "crenças religiosas ultrapassadas", mas na própria razão humana. Uma árvore é reconhecida pelos seus frutos e os frutos da educação sexual são jovens iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo. De acordo com uma pesquisa do próprio IBGE, 30% dos adolescentes de 15 anos já tiveram sua primeira relação. Número assustador e que revela o quão perniciosa é a famigerada educação sexual.

A família é a primeira escola de valores da criança e é por isso que o Magistério da Igreja insiste tanto no assunto. A aprovação do divórcio, os métodos contraceptivos e os novos padrões de família inocularam no pensamento das pessoas a ideia de que o casamento seja uma instituição falida. Um mero arranjo contratual no qual as partes contratantes prestam serviços sexuais uns aos outros até um deles enjoar. Isso representa uma verdadeira prostituição do matrimônio. É dessa mentalidade maluca que se abre espaço para uma educação cada vez mais apelativa e promotora de comportamentos sexuais absurdos.

É de responsabilidade dos pais educarem seus filhos e promoverem uma reta compreensão da dignidade humana. Não é à toa que São Pio X afirmou que os familiares que descuidam de tal obrigação são "culpados diante de Deus". Jesus advertiu categoricamente para o zelo com as crianças. Escandalizá-las é um crime terrível que clama aos céu, e ai daquele que o fizer, "mais lhe valeria que encaixasse no pescoço uma pedra de moinho e se jogasse ao mar" (Mt 18, 6).

sábado, 21 de junho de 2014

Como será a vida dos brasileiros na ditadura comunista?



Para um cidadão que desfruta da liberdade num ambiente de democracia é, praticamente, inconcebível a ideia de que, em breve, o país no qual ele vive tornar-se-á uma ditadura totalitária, aos moldes daquelas criadas por Hitler, Mussolini ou Stálin. Todos imaginam que, pelo simples fato de estarmos em pleno século XXI, as ditaduras estão extintas e não há risco de que a História se repita. No entanto, é importante ressaltar que ainda hoje existem países que sustentam ditaduras escancaradas e as organizações mundiais, que supostamente zelam pelos direitos humanos, não manifestam qualquer repúdio contra os partidos que as mantém.

Curiosamente, os países que sustentam ditaduras nos tempos atuais são governados justamente por partidos de Esquerda. China, Coréia do Norte, Cuba, Venezuela e inúmeros países do oriente médio e do continente africano, são alguns exemplos de ditaduras comunistas modernas. Essa constatação não é uma simples coincidência do acaso. Na verdade, em todos os países onde a Esquerda tornou-se hegemônica (dominou todos os setores da sociedade e a oposição política desapareceu) as ditaduras vieram logo em seguida. O Brasil também está caminhando a passos largos para este destino, afinal, a Direita já não existe mais e a Esquerda controla diversos setores da sociedade tais como sindicatos, organizações estudantis, movimentos sociais como as feministas, os Sem Terras e possui um amplo curral eleitoral garantido por programas assistencialistas etc. 

Após a instalação da ditadura comunista, é muito fácil saber os fatos que se sucederão dentro da História do país, pois a Esquerda possui um padrão de atuação, uma espécie de modus operandi que sempre surgiu em todos os países onde ela tornou-se hegemônica. Vejamos os fatos:

1- Destruição da economia:
Os socialistas destroem a economia de qualquer país quando entram no poder, mas eles não o fazem porque desconhecem os princípios econômicos. Eles provocam a miséria de forma intencional para, assim, escravizar o povo às rédeas do Partido-Estado. As consequências são:
- escassez de alimentos e produtos básicos nas prateleiras dos mercados. O povo irá literalmente passar fome. Ou quando houver um pouco de comida, haverá racionamento e filas enormes de pessoas esperando para receber as migalhas do governo.
- a inflação será absurda e de tal forma que o povo terá dificuldades para comprar itens essenciais.
- não haverá empregos, pois as empresas serão sufocadas com altos impostos que causará o desaparecimento delas em larga escala.
- a prostituição alcançará níveis alarmantes e o país se tornará um “paraíso sexual para turistas”. Como não haverá empregos e a inflação será enorme, as mulheres entrarão em desespero e acabarão inevitavelmente entrando nesse ramo subumano.

2- Mão de obra barata:
O Partido-Estado será o dono das poucas empresas que ainda existirem. Nelas os brasileiros trabalharão por salários miseráveis e servirão apenas como mão de obra barata para outros países. Produziremos bugigangas, roupas, calçados, brinquedos etc. Nunca se perguntaram por que os produtos chineses que encontramos em lojas são tão baratos? Nem preciso dizer que a maior parte da renda dessa “economia desumana” ficará com o Partido para custear o luxo do qual eles desfrutam(Fonte).

3- Genocídio dos adultos:
Estima-se que quando os socialistas entram no poder, eles assassinam de imediato cerca de 10% da população do país e a maioria deles são adultos. O restante, eles vão assassinando ao longo dos anos. Mas por qual motivo? A ideia é simples: ao matar os adultos, eles conseguem impedir que estes revelem à geração mais nova como o país era melhor, mais livre e mais próspero antes da revolução. O que poderia provocar a ira e rebelião dos mais jovens contra o Partido. O conhecimento é algo que os socialistas querem evitar a todo custo. Manter o povo na ignorância ajuda a mantê-los no poder eternamente. As gerações futuras ficam então com a impressão de que o país sempre foi e sempre será daquele modo socialista e que não existe outra possibilidade de melhorar ou mudar a realidade da nação. O presente fica “congelado” para sempre.

4- Doutrinação nas escolas:
A educação que os estudantes receberão será orientada exclusivamente para acreditarem nos princípios do Socialismo. Assim, haverá livros e mais livros argumentando que antes da revolução, o país era horrível e miserável e que após a instalação do Socialismo, as pessoas passaram a viver em melhores condições e são tratadas com mais respeito. 

5- Culto ao líder:
Haverá endeusamento dos seus líderes que serão considerados heróis lendários ou até mesmo deuses que devem ter estátuas em locais públicos que devem ser reverenciadas. Não é segredo que vários líderes socialistas (Lênin, Stálin, Mao Tsé-Tung, Ho Chi Minh, Kim Il Sung, Kim Jong Il) foram embalsamados e seus corpos estão em locais públicos para serem forçadamente admirados pela população de seus países(Fonte).

6- Policiamento dos cidadãos ou estatização da sociedade:
Os socialistas espalham seus militantes por todo o país. Assim, em cada quarteirão haverá falsos vizinhos (os militantes) que tratarão de vigiar constantemente as pessoas ao seu redor no intuito de colher informações para saber se as pessoas estão tramando rebeliões contra o Partido. Se eles descobrirem qualquer indício de rebelião, logo farão denúncias e mandarão os traidores para serem fuzilados em locais públicos ou pelo menos a sentença deles será divulgada pelos meios de comunicação, assim eles servirão de “exemplo” para qualquer um que ousar enfrentar o Partido. Desta forma, cria-se na sociedade uma tensão, medo e terror. E ninguém conseguirá confiar em ninguém. Todos acharão que qualquer um pode ser um infiltrado militante do Partido. Assim, o Estado vigia a sociedade e transforma todos os cidadãos em sua propriedade (Fonte).

7- Desarmamento:
O desarmamento sempre foi posto em prática por socialistas. Basta estudar a História com certa dedicação que se descobre os fatos com relativa facilidade. A ideia é simplesmente desarmar o povo para evitar rebeliões armadas contra o Partido. Mas eles nunca revelam a verdade de suas intenções. Quando querem desarmar o povo, usam a propaganda estatal para alegar que se os cidadãos entregarem suas armas, a violência urbana diminuirá e a sociedade estará mais segura.

8- Fim da imprensa e da liberdade de expressão:
Os meios de comunicação serão estatizados para que o governo controle o que pode e o que não pode ser divulgado. Como o Socialismo é um sistema altamente corrupto, os seus líderes precisam urgentemente controlar os meios de comunicação para evitar o vazamento de notícias que comprometam a sua “reputação” diante do povo. Se não acontecer estatização dos meios de comunicação, haverá leis pesadíssimas determinando quais são as notícias que podem ou não vir a público, bem como punições severas para qualquer empresa de notícia que divulgar informações que afetem negativamente o Partido. A internet e as notícias, que circularem nela, serão totalmente controladas por órgãos do governo. O que haverá de fato será uma intranet, ou seja, o povo só terá acesso às informações que o Partido permitir. Cartas, cartões postais, e-mails, todas as formas de comunicação serão controladas pelo Partido-Estado com a ajuda dos seus funcionários públicos corruptos e coniventes com a ditadura (Fonte-1; Fonte-2; Fonte-3Fonte-4).

9- Neutralização dos movimentos sociais:
Interessante notar que, em países livres e democráticos, a Esquerda adora criar a imagem de que ela é a única que apoia os movimentos sociais e a liberdade humana. Entretanto, nunca ninguém ouviu falar de movimentos estudantis, feministas ou sindicalistas atuando em países comunistas. Isso ocorre porque a Esquerda utiliza esses movimentos sociais como “idiotas úteis” para alcançar o poder definitivo e irreversível. Tão logo eles conseguem os plenos poderes estatais, eles tratam de criminalizar e suprimir quaisquer movimentos sociais para evitar distúrbios e rebeliões que possam desestabilizar o poder do Partido (Fonte).

10- Perseguição religiosa:
Não é segredo para quem estuda política que os socialistas são todos ateus e, principalmente, anti-cristãos. Todos os países que conheceram a ditadura comunista sempre sofreram com as perseguições religiosas. Na URSS, China, Cuba, padres e fiéis foram assassinados, as igrejas foram destruídas e houve a proibição da venda, circulação e leitura da Bíblia. Isso tudo porque os socialistas acreditam que os princípios cristãos são contrários aos princípios socialistas, e se a população tiver contato com a Bíblia, em pouco tempo o povo se rebelará contra o Partido. Nas ditaduras socialistas, a Bíblia, o Cristianismo e seus princípios são considerados uma ameaça subversiva que pode derrubar o sistema, pois proporciona conhecimento.

Se tivermos sorte, não haverá destruição completa da economia (dependendo apenas do quanto de Capitalismo a Esquerda ainda permitirá no país). Pois a China, muito embora no plano econômico ela seja capitalista e ao mesmo tempo mantenha a ditadura comunista, é um fato público que nela, o partido recebe quase todo o lucro da produtividade dos trabalhadores deixando para eles apenas dinheiro suficiente para terem uma vida modesta e continuar trabalhando e pagando altos impostos para sustentar o partido no poder. A China é a única exceção em termos de sucesso econômico (afinal, ela mantém o capitalismo), pois o restante dos países comunistas possuem suas economias em total destruição e a população sobrevive de migalhas que são doadas pelo partido, tendo que enfrentar filas enormes para receberem os itens que precisam. É melhor todos os brasileiros irem se acostumando a aceitar a nova realidade ou, então, reagir o mais depressa possível no intuito de restabelecer uma forte oposição política aos socialistas, caso ainda queiram manter a liberdade democrática no Brasil. Se deixarmos o país nas mãos dos socialistas, o futuro será o modelo chinês ou o norte-coreano. Seja como for o tempo está passando....


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terça-feira, 10 de junho de 2014

As Cruzadas


Durante a Idade Média houve um esforço concentrado para resgatar a Terra Santa do domínio muçulmano. Isto foi realizado através da organização de 7 Cruzadas diferentes entre 1096-1270. Os resultados das Cruzadas foram variados. Algumas conseguiram vitórias consideráveis, enquanto outras tiveram sucesso apenas o mínimo militarmente. No entanto, houve outras vantagens que foram obtidas, em particular, a unificação dos cristãos de diferentes países sob uma bandeira comum com um objetivo comum e sagrado, a defesa da Igreja no Ocidente a partir de uma conquista muçulmana ameaçada. As Cruzadas forjaram o intercâmbio cultural e econômico entre o Oriente e o Ocidente e também deram origem a ordens de cavalaria.

"Na época das Cruzadas, o cristianismo tinha inteiramente revertido a sua atitude para forçar a fé aos outros".

Não é verdade. No Antigo Testamento, Deus ordenou muitas guerras. Jesus é o mesmo Deus, e em nenhum momento jamais condenou soldados por serem soldados. Ele ensinou a não-violência, mas não em todos os casos. Em João 18,23, depois de ser atingido, ele repreende Seus captores, em vez de dar a outra face. Sua Igreja nunca ensinou o pacifismo absoluto.

"Os cruzados eram os agressores".

Ao considerar a história do longo conflito entre o Islã e o cristianismo, tanto na parte da frente oriental do império Bizantino e na frente ocidental em Espanha, não só durante todos os 450 anos desde o início das grandes conquistas muçulmanas, mas especialmente durante os anos imediatamente anteriores à primeira cruzada, deve ser aparente que toda a agressão tinha sido muçulmana. Os pontos a seguir oferecem um vislumbre da agressão islâmica antes das Cruzadas:

  • O califa Omar levou as grandes conquistas árabes, entre os anos 634-644. Está registrado que ele disse: “Cabe a nós devorarmos os cristãos e os nossos filhos devorar seus descendentes, desde que qualquer deles permanecem na terra”. Quando Omar conquistou Jerusalém em 638, a cidade tinha sido cristã por mais de 300 anos. Mais tarde, foi a vez da Espanha, Sicília, Grécia e o que hoje é a Turquia, onde as comunidades fundadas pelo próprio São Paulo se transformaram em ruínas. 
  • De 686-689 houve uma série de decretos no Egito ordenando que cada cruz visível fosse publicamente destruída, e cada igreja cristã carregasse em sua porta um slogan anticristão. 
  • A ordem muçulmana tradicional em cima de cada soberano recém-encontrado ao longo dos anos da expansão islâmica foi: “aceite o Islã, ou se prepare para a guerra”. 
  • Em 838 o califa al-Mu’tasim matou 30.000 homens da cidade de Amorion na Ásia Menor; ele vendeu o mesmo número de homens, mulheres e crianças como escravos. 
  • Em 846 soldados muçulmanos vieram sobre Roma e saquearam a Basílica de São Pedro. 
  • Nos anos 850, na Espanha, foram martirizados um número de cristãos de Córdoba por declararem que Maomé não era um profeta verdadeiro. Eles se recusaram a submeter-se a proibição da adoração cristã pública e um status de segunda classe executado em sua própria terra. 
Em 1071 os turcos muçulmanos praticamente aniquilaram o exército cristão bizantino em Manzikert. Foi essa derrota que levou o imperador bizantino a apelar ao Papa para ajuda contra a ameaça islâmica, provocando, assim, as Cruzadas. 

Nenhum historiador profissional ou competente questiona o fato de que os peregrinos cristãos em seu caminho para a Terra Santa tiveram muita dificuldade por causa dos saqueadores turcos. Nos anos que antecederam a Primeira Cruzada, os peregrinos cristãos foram roubados e às vezes mortos. 

As Cruzadas foram uma guerra justa. Elas foram uma reação militar justificável a mais de 450 anos de agressão islâmica. As nações cristãs da Europa não foram definitivamente as agressoras. Como visto acima, os muçulmanos tinham sido agressores contra os cristãos desde o século VII. Os cristãos da Europa foram claramente justificados para se defenderem dos ataques muçulmanos e também irem para a ofensiva, a fim de evitar ataques futuros. As Cruzadas foram ​​guerras travadas moralmente justificáveis em legítima defesa para recapturar o que foi perdido para um agressor injusto cujas ações ao longo dos 450 anos anteriores tinham demonstrado a intenção de conquistar toda a cristandade. Em nenhum momento durante toda a Cruzada os cruzados conquistaram a pátria muçulmana, Arábia, mas apenas os territórios originalmente cristãos que os muçulmanos tinham conquistado. Foi inteiramente apropriado que os cristãos defendessem e os inocentes e indefesos contra ataques, o que é exatamente o que os cruzados estavam fazendo. Os cristãos tinham todo o direito de governar as terras conquistadas onde Cristo tinha andado e para protegê-las da profanação. Apesar de suas falhas, as Cruzadas revelaram o grande espírito de fé prevalecente na Idade Média.

"As Cruzadas foram responsáveis ​​por muitas atrocidades e a Igreja os aprovou".

Certamente houve abusos durante as Cruzadas, notadamente:
  • O saque de Jerusalém, que foi condenado pelos líderes das Cruzadas: Raymond de Toulouse e Godofredo de Bouillon, foi uma ação incomum na guerra de cerco. 
  • O saque de Constantinopla, que foi condenado pelo líder cruzado Simon de Montfort, e pelo papa da época, Inocêncio III, que disse sobre o incidente: “Não admira que os gregos chamam-lhe cães”. Ele excomungou os responsáveis ​​pelo atentado. 
  • Os pogroms contra os judeus, que eram uma violação direta de um decreto papal proteger os judeus, foram condenados pela Igreja. 
  • A Cruzada das Crianças e Cruzada do Povo foram Cruzadas populares não oficiais que custaram muitas vidas e, de forma alguma, foram aprovadas oficialmente pela Igreja. 
  • Os excessos e violência cometidos no curso das Cruzadas deve ser avaliado no contexto doloroso, mas usual de eventos militares. Como qualquer outra atividade humana, as Cruzadas tiveram a sua quota de santos e pecadores.

"As Cruzadas foram guerras religiosas nas quais a Igreja concedeu indulgências para o mal".

As cruzadas nunca foram guerras religiosas, o seu propósito não era forçar conversões ou suprimir os muçulmanos. A Cruzada foi uma peregrinação armada que desempenhou um papel fundamental na vida da Igreja da Idade Média, mesmo que às vezes fosse realizada ou desviada de sua finalidade sagrada pelos cruzados individuais para fins comerciais, políticos ou pessoais. A Cruzada foi considerado um ato sagrado para o qual devem ser dada indulgências. Mas elas não garantem qualquer céu. Cada cruzado ainda estava sujeito à lei e à disciplina da Igreja. O papa que convocou a 1a. Cruzada, Urbano II, prometeu indulgências apenas aos cruzados que realizaram a Cruzada para a devoção (Enciclopédia Católica, 1917). Foi, de fato, os muçulmanos que prometeram o céu incondicional e imediato para quem morresse na guerra.
Referências:
Carroll, W. ewtn.com Q+A, 11/27/2001 Lovasik, L. Church History, 1990, Pps. 96 — 99 and McBrien, R. Encyclopedia of Catholicism, p. 384 Carroll, W. The Building of Christendom. 1987 P. 529 Carroll, A. Christ the King. Lord of History. 1976 P. 135 Zenit News Agency. AD2000, December 1999 – January 2000 Carroll, W. op. cit. P. 264 Ibid. P. 343 Ibid. op. cit. P. 345 Ibid. op. cit. P. 346 Ibid. op. cit. P. 164
  • Donner, Fred, The Early Islamic Conquests, Princeton University Press, 1981.
  • Guillaume, A., The Life of Muhammad, Oxford University Press, 1955.
  • Hourani, AlbertA History of the Arab Peoples, Faber and Faber, 1991.
  • Madelung, Wilferd, The Succession to Muhammad, Cambridge University Press, 1997.
  • “G.LeviDellaVida and M.Bonner “Umar” in Encyclopedia of Islam CD-ROM Edition v. 1.0, Koninklijke Brill NV, Leiden, The Netherlands 1999″
  • Previte-Orton, C. W (1971). The Shorter Cambridge Medieval History. Cambridge: Cambridge University Press.
  • How Many Companions Do You Know? By Ali Al-Halawani
Fonte: http://whynotcatholicism.net/view/the-crusades
Tradução: Emerson de Oliveira

segunda-feira, 9 de junho de 2014

o perigo islâmico

Recentemente a mídia brasileira fez um escândalo sobre o aumento do apoio da população europeia aos partidos "xenofóbicos", ou seja, partidos nacionalistas que defendem políticas para seus cidadãos locais e fim do apoio estatal aos imigrantes.

O surgimento da suposta “xenofobia” é um fenômeno fácil de explicar e a Direita já vinha alertando há muito tempo sobre esta bomba que mais cedo ou mais tarde iria mesmo estourar. Bingo! Vamos entender o que houve...

os social-democratas são esquerdistas que até toleram o capitalismo. Entretanto, no intuito de “corrigir” as desigualdades sociais ainda existentes, eles apelam para a famosa “distribuição de renda”. Assim, os esquerdistas europeus incentivaram o assistencialismo aos imigrantes, principalmente aos islâmicos. Percebam o que está acontecendo: os trabalhadores europeus agora pagam altos impostos para sustentar o “bolsa família” dos imigrantes muçulmanos. Coloquem-se no lugar dos europeus por um instante. Você também não ficaria irado com essa política pública?

No entanto, o assistencialismo não é problema e nem a imigração em si, haja vista milhares de casos de imigração que jamais ocasionaram qualquer problema entre povos. O problema é que onde quer que os islâmicos cheguem, eles não respeitam a cultura local, eles querem impor a própria cultura. Na Europa, a mídia que sempre apoiou as políticas estatais dos social-democratas começou a abrir os olhos para o perigo que sofrem diante dos muçulmanos. Perigo de perder a liberdade ocidental e perigo de perder a própria vida. Afinal, é de conhecimento notório a existência do Jihad (guerra contra qualquer um que não seja muçulmano). Eles marcham pelas ruas levantando cartazes dizendo que a Europa está doente, podre e que deve morrer ou então que somente a implantação da lei Sharia salvará os países. Não é uma afronta à soberania nacional dos países? 

Ao mesmo tempo em que alegam que a cultura ocidental está podre e doente, eles adoram usufruir das benesses que essa cultura tem a oferecer como o desenvolvimento econômico, a medicina avançada, a comida etc. É uma atitude cinicamente hipócrita:




Numa situação em que os muçulmanos não respeitam o povo e a cultura local, os nativos não têm motivos nenhum para respeitar os islâmicos. O ideal liberal de respeito aos outros acaba no momento em que não é mais possível a convivência pacífica entre diferentes povos e um tenta se impor sobre o outro. Não é a toa que as pessoas estão apoiando todo e qualquer partido que expulse os imigrantes muçulmanos que recebem altos benefícios à custa dos impostos dos trabalhadores europeus.

O Islamismo está dominando a Europa e o mundo inteiro através da violência ao se aproveitar da cultura ocidental pacífica e cristã. Todo e qualquer muçulmano acredita que a Terra é o seu mundo e que os não-islâmicos são intrusos que devem ser eliminados. A diferença da imigração muçulmana é que eles se enxergam como se estivessem em processo de colonização de territórios.

No Brasil, a situação não será diferente. Já cogita-se a criação do "Partido Islâmico Brasileiro (PIB)". E eles já até querem mudar o desenho da bandeira brasileira e implantar a lei Sharia por aqui também. Aposto que o próximo passo é realizar atentados terroristas com bombas ao redor do Brasil com videos atribuídos a representantes da Al Qaeda e tudo mais. E se alguém os acusá-los formalmente de tais atos, logo começarão a se vitimizar acusando todos de serem "islamofóbicos"! É esperar pra ver.




Não me prolongarei mais sobre esse assunto, pois já existe um Blog Específico que o aborda de maneira mais detalhada. A intenção aqui é apenas explicar os motivos que levaram os povos europeus a se tornarem “xenofóbicos”, que em breve os muçulmanos estarão nos causando dores de cabeça também e salientar que tudo isso é culpa dos esquerdistas social-democratas.




Mulheres apedrejadas e enterradas vivas: Esse é o futuro que as mulheres europeias não querem para si. Pois conforme aumenta o contato com o Islamismo, elas percebem a cada dia o quanto essa religião é opressiva.



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segunda-feira, 2 de junho de 2014

O que as feministas não contam sobre o aborto

Foto: Aborto é um assunto delicado. Há quem seja contra a legalização e há quem seja a favor.

Nesta página anti-feminista, não nos posicionamos sobre o assunto. Porém, aqui demonstramos a incoerência dos argumentos feministas e desmascaramos os verdadeiros objetivos deste movimento nojento.

Feministas dizem estar preocupadas com a saúde e bem estar da mulher. Supostamente este seria o motivo pelo qual estariam defendendo a legalização do aborto. Porém se elas realmente estivessem preocupadas com a saúde e o bem estar da mulher, não deveriam então informar melhor as jovens mulheres sobre o próprio aborto e suas consequências?

Elas não fazem isso. Por que?

O fato é que a defesa da legalização do aborto dentro do movimento feminista não vêm da preocupação com as mulheres. O aborto é defendido como meio para atacar o Cristianismo. 

Mas por que desejam atacar o Cristianismo?

Ocorre que o movimento feminista, a partir da segunda onda, foi tomado pela esquerda política e a partir de então passou a ser utilizado como meio para trabalhar para os ideais socialistas.

Ideólogos comunistas e socialistas acreditam que os valores cristãos geram empecilhos teóricos e morais para a implantação do comunismo. O Cristianismo seria um dos pilares que sustentam o capitalismo e que, portanto, deve ser destruído.

Essa é a razão pela qual a partir da segunda onda feministas começaram a defender o aborto. Trata-se de um meio para atacar os valores cristãos.

Dito tudo isso, gostaria de também de explicar que nossa página também não se posiciona em relação à religião. Para a curiosidade do leitor, quem escreve este texto é um agnóstico.

Demonstrado que o real objetivo feminista na defesa do aborto nada tem a ver com o bem da mulher, mas sim é utilizado para usar jovens mulheres ignorantes como massa de manobra para a implantação de ideais totalitários, nós anti-feminista devemos, contrariamente das feministas, demonstrar genuína preocupação com a saúde e o bem estar das mulheres. E é por isso que aqui demonstramos os danos e as consequências que um aborto pode causar:

Mulher, se você está pensando em realizar um aborto, procure se informar bem sobre o assunto antes de decidir-se. Informação nunca é demais. Cuide de sua saúde. Clínicas de aborto apenas desejam lucrar e podem acabar omitindo informações importantes.

 Segue abaixo algumas complicações e consequências do aborto:

CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS

a) Para a mãe:

- queda na autoestima pessoal;

- frigidez (perda do desejo sexual);

- aversão ao marido ou ao amante;

- culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;

- desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;

- doenças psicossomáticas;

- depressões;

COMPLICAÇÕES TARDIA DO ABORTO

1 - Insuficiência ou incapacidade do colo uterino.

2 - Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o bebê consiga viver mesmo que prematuro).

3 - Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior número de complicações em mulheres grávidas que anteriormente provocaram aborto (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que não abortaram).

Dentre todas as complicações, a mais grave é a hemorragia, que transforma a nova gravidez em gravidez de alto risco.

4 - O aborto pode provocar complicações placentárias novas (placenta prévia), tornando necessária uma cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança.

5 - O aborto criou novas enfermidades: síndrome de ASHERMAN e complicações tardias, que poderão provocar necessidade de cesariana ou de histerectomia.

6 - Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, conseqüentemente, do número de gravidez de alto risco.

7 - Partos complicados. Aumento do percentual de abortos espontâneos nas pacientes que já abortaram.

SOBRE AS CRIANÇAS QUE NASCEM DEPOIS

Perigos e complicações:

- abortos de repetição no primeiro e no segundo trimestre de gravidez;

- partos prematuros;

- nascimento prematuro, através de cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. Trinta e três por cento de abortos são abortos em que as crianças nascem em posição invertida (de nádegas).

- parto difícil, contrações prolongadas;

- Gravidez ectópica (fora do lugar) nas trompas, podendo ser fatal para a mãe - para o feto o é sempre - (a gravidez ectópica, nas trompas, é oito vezes mais frequente depois de aborto provocado;

- malformações congênitas provocadas por uma placenta imperfeita;

- morte perinatal por prematuridade extra-uterina (50% morrem no primeiro mês de gravidez);

- os prematuros que sobrevivem com freqüência são excepcionais (paralisia cerebral, disfunções neurológicas etc.).

Veja mais sobre as consequências do aborto no site http://providafamilia.org/danos.htm

FONTE: Resistência anti-feminismo marxista


Aborto é um assunto delicado. Há quem seja contra a legalização e há quem seja a favor. Nesta página anti-feminista, não nos posicionamos sobre o assunto. Porém, aqui demonstramos a incoerência dos argumentos feministas e desmascaramos os verdadeiros objetivos deste movimento nojento.


Feministas dizem estar preocupadas com a saúde e bem estar da mulher. Supostamente este seria o motivo pelo qual estariam defendendo a legalização do aborto. Porém se elas realmente estivessem preocupadas com a saúde e o bem estar da mulher, não deveriam então informar melhor as jovens mulheres sobre o próprio aborto e suas consequências?

Elas não fazem isso. Por que?

O fato é que a defesa da legalização do aborto dentro do movimento feminista não vêm da preocupação com as mulheres. O aborto é defendido como meio para atacar o Cristianismo. 

Mas por que desejam atacar o Cristianismo?

Ocorre que o movimento feminista, a partir da segunda onda, foi tomado pela esquerda política e a partir de então passou a ser utilizado como meio para trabalhar para os ideais socialistas.

Ideólogos comunistas e socialistas acreditam que os valores cristãos geram empecilhos teóricos e morais para a implantação do comunismo. O Cristianismo seria um dos pilares que sustentam o capitalismo e que, portanto, deve ser destruído.

Essa é a razão pela qual a partir da segunda onda feministas começaram a defender o aborto. Trata-se de um meio para atacar os valores cristãos.

Dito tudo isso, gostaria de também de explicar que nossa página também não se posiciona em relação à religião. Para a curiosidade do leitor, quem escreve este texto é um agnóstico.

Demonstrado que o real objetivo feminista na defesa do aborto nada tem a ver com o bem da mulher, mas sim é utilizado para usar jovens mulheres ignorantes como massa de manobra para a implantação de ideais totalitários, nós anti-feminista devemos, contrariamente das feministas, demonstrar genuína preocupação com a saúde e o bem estar das mulheres. E é por isso que aqui demonstramos os danos e as consequências que um aborto pode causar:

Mulher, se você está pensando em realizar um aborto, procure se informar bem sobre o assunto antes de decidir-se. Informação nunca é demais. Cuide de sua saúde. Clínicas de aborto apenas desejam lucrar e podem acabar omitindo informações importantes.

Segue abaixo algumas complicações e consequências do aborto:

CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS:

a) Para a mãe:

- queda na autoestima pessoal;

- frigidez (perda do desejo sexual);

- aversão ao marido ou ao amante;

- culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;

- desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;

- doenças psicossomáticas;

- depressões;

COMPLICAÇÕES TARDIA DO ABORTO:

1 - Insuficiência ou incapacidade do colo uterino.

2 - Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o bebê consiga viver mesmo que prematuro).

3 - Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior número de complicações em mulheres grávidas que anteriormente provocaram aborto (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que não abortaram).

Dentre todas as complicações, a mais grave é a hemorragia, que transforma a nova gravidez em gravidez de alto risco.

4 - O aborto pode provocar complicações placentárias novas (placenta prévia), tornando necessária uma cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança.

5 - O aborto criou novas enfermidades: síndrome de ASHERMAN e complicações tardias, que poderão provocar necessidade de cesariana ou de histerectomia.

6 - Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, conseqüentemente, do número de gravidez de alto risco.

7 - Partos complicados. Aumento do percentual de abortos espontâneos nas pacientes que já abortaram.

SOBRE AS CRIANÇAS QUE NASCEM DEPOIS:

Perigos e complicações:

- abortos de repetição no primeiro e no segundo trimestre de gravidez;

- partos prematuros;

- nascimento prematuro, através de cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. Trinta e três por cento de abortos são abortos em que as crianças nascem em posição invertida (de nádegas).

- parto difícil, contrações prolongadas;

- Gravidez ectópica (fora do lugar) nas trompas, podendo ser fatal para a mãe - para o feto o é sempre - (a gravidez ectópica, nas trompas, é oito vezes mais frequente depois de aborto provocado;

- malformações congênitas provocadas por uma placenta imperfeita;

- morte perinatal por prematuridade extra-uterina (50% morrem no primeiro mês de gravidez);

- os prematuros que sobrevivem com freqüência são excepcionais (paralisia cerebral, disfunções neurológicas etc.).

Veja mais sobre as consequências do aborto no site:


http://providafamilia.org/danos.htm




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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Índice temático

Todas as postagens presentes neste blog organizadas de acordo com o tema.

1- TEXTOS PRINCIPAIS:

2- APRENDA POLÍTICA:
noções básicas de política
50 tons de pensamento político
Filosofia conservadora versus Filosofia esquerdista
Estado Mínimo é a solução contra a corrupção
Legalidade versus moralidade
explicando rapidamente o que é o Fascismo
Porque devemos fortalecer o Federalismo

3- CHE GUEVARA:
O verdadeiro Che Guevara
Che Guevara discursa na ONU
Che Guevara herói?

4- ECONOMIA:
Como os impostos empobrecem a população
Mentiras que contam sobre o Capitalismo
O que é o Capitalismo e porque ele não está funcionando bem no Brasil
Condições básicas para que o Capitalismo funcione bem
Porque devemos apoiar privatizações
7 motivos para você apoiar privatização de bancos e empresas estatais
A privatização da telefonia no Brasil
Privatizando aeroportos e estádios
Diga NÃO à estatização!
Mais da metade da sua conta de energia é imposto

5- ESTADO BABÁ:
Os limites da proibição do trabalho "infantil"
Estado-Babá: do paternalismo ao totalitarismo
Quando os índios vão começar a trabalhar?

6- FEMINISMO:
Destruindo o mito de que houve opressão contra as mulheres
Destruindo o mito de que mulheres ganham menos do que homens
Feminismo: o maior inimigo das mulheres
O outro lado do Feminismo
Só é sexismo quando os homens fazem
Feministas proibiram a pílula anticoncepcional masculina
Feministas devem agradecer aos conservadores pelo direito ao voto
Feminista hipócrita
Critique uma mulher e seja demitido
O que as feministas não contam sobre o aborto

7- ATIVISMO GLBT:
A falsa homofobia
Deus salve as crianças!
A agenda dos "direitos sexuais"
O que querem os ativistas homossexuais?
O kit-gay nas escolas infantis
Movimento homossexual agride jovens católicos
Casal de lésbicas faz mudança de sexo em menino de 8 anos

8- ATIVISMO NEGRITUDE:
jovem negra racista diz o que pensa sobre brancos de classe média
África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

9- MILITARES:
Houve ditadura no Brasil?
O que os militares fizeram pelo Brasil?

10- MOVIMENTO DOS SEM TERRA (MST):
A fome genocida criada pela reforma agrária
Reforma agrária no Brasil é uma grande farsa

11- O LADO PERVERSO DO COMUNISMO:
Porque o Socialismo sempre será ditadura e corrupção
O livro negro do Comunismo
Exército Vermelho estuprou mais de 100 mil mulheres
Poluição Ambiental: Capitalismo X Socialismo
Como será a vida dos brasileiros na ditadura comunista?
O culto ao líder socialista

12- POLITICAMENTE CORRETO:
O que é o Politicamente Correto (PC)
A intolerância dos tolerantes

13- POLÍTICA NO BRASIL:
O que está causando o aumento da violência no Brasil?
Desarmamento NÃO!
A verdade sobre o Bolsa Família
Dilma apóia o aborto
Incoerências no pensamento esquerdista
Estratégia marxista para impor o regime Comunista em uma nação
Como a esquerda instala a ditadura comunista
Não existe Marxismo Cultural nas escolas?
Escola Sem Partido, Estado e Homeschooling
A destruição da infância

14- RELIGIÃO:
Igreja Católica: a construtora da civilização ocidental
O Socialismo e a subversão da cultura cristã
A igreja amordaçada pelo PT
Destruindo o mito de que as religiões são as maiores responsáveis pelas guerras
Cristãos não podem votar em esquerdistas
Diferença entre o ateu e o intolerante religioso
Olavo de Carvalho comenta o Estado Ateu
Todo comunista está excomungado
Católicas pelo "direito de decidir"? NÃO, caóticas!
Hitler não era cristão e nem teve o apoio oficial da ICAR
O perigo islâmico
As Cruzadas

15- SOCIALISMO EM IMAGENS:
Diferenças entre Fascismo, Nazismo e Comunismo



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terça-feira, 20 de maio de 2014

Os limites da proibição do trabalho "infantil"

Limites do trabalho infantil
O Estado sabe o que é melhor para você, tá?


Revi hoje alguns trechos da constituição brasileira para um trabalho que estava desenvolvendo e lembrei-me de uma reportagem que li há uns dois meses, onde um mecânico dono de uma oficina foi autuado pelo Ministério do Trabalho por ter oferecido trabalho a um rapaz de 14 anos no período da tarde. O trabalho era de comum acordo entre todos, inclusive entre a mãe do menor. Ele ia bem na escola e já tinha comprado com seu salário, tênis, bicicleta e guardava R$500,00 na poupança. É claro, o Ministério do Trabalho multou o empresário e proibiu o trabalho. A mãe lamenta: “- Agora ele vai ficar sem dinheiro e passar a tarde inteira assistindo televisão”. Veja a reportagem nesse link.

De fato, o inciso 33, do artigo 7º da Constituição Brasileira, é claro: “proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos”.

O inciso é claro, mas limites deveriam ser colocados. É óbvio que existem certas condições degradantes de trabalho e que a educação é um fator preponderante para as crianças e jovens. Porém, um erro em voga atualmente é formar opiniões julgando uma parte pelo todo. Ou seja, criar teorias e leis com base em exceções. Não. As teorias são criadas a partir de uma estrutura geral e uma justiça comum. As exceções devem ser consideradas como desvios e não como condição geral.

Não há como assimilar o problema na situação daquele jovem em trabalhar meio-período na oficina. Ambos estavam satisfeitos. O dono da oficina, no trabalho do garoto. Este, na ocupação, no salário e na possibilidade de aprender algo na vida. É praticamente impossível definir uma idade, seja de 12, 14 ou 16 anos como limite para a plena possibilidade de consciência e responsabilidade. Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo começou a trabalhar desde cedo e sem descuidar dos estudos. Por que impedir, por força da lei, de jovens seguirem o mesmo caminho? Se uma das frentes necessárias (estudos) está sendo cumprida, como o Estado pode definir que o garoto tenha que passar o resto do dia vendo televisão e não trabalhando como desejava?

Adicionalmente, como podemos julgar tal lei quando comparamos a situação desse garoto com as crianças que trabalham em novelas? Ou no treinamento para atividades esportivas? Haveria uma diferença evidente que faça com que o trabalho delas mereça tratamento especial perante à lei? Ou o trabalho de mecânico é menos digno do que um trabalho de “manifestação artística” ou manifestação esportiva? Vivemos em um mar de preconceitos obscuros que são apadrinhados largamente entre os defensores dessa invasão de liberdade das pessoas. São situações que percebemos que vivemos em uma sociedade onde liberdade nem sempre está ligada ao estado natural do indivíduo, refletindo na verdade, profundas desigualdades. Ou seja, alguns são sempre mais iguais aos outros.

Não precisamos de inimigos se somos governados por essa paquidérmica mentalidade estatal onde o Estado precisa se meter em tudo. Onde não podemos fechar contratos de livre aceitação entre as partes interessadas, sem prejuízo para outras pessoas. Em Liberdades restritas, comento várias outras situações similares. Liberdades que faltam cada vez mais, uma vez que seu conceito-chave é a ausência de coerção. O único conceito onde direitos não exigem deveres alheios.


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A falsa homofobia

Sempre que a mídia divulga uma notícia de algum homossexual morto, os ativistas LGBT prontamente realizam escândalos e protestos em locais públicos fazendo parecer que ele foi mais uma vítima de homofobia, ou seja, “foi morto justamente porque era homossexual”. Bem, que a homofobia existe não há dúvida, mas eu arriscaria dizer que representa menos de 0,001% da população brasileira (isso inclui neonazistas, pitboys e outros trogloditas das cavernas etc.). Entretanto, os ativistas LGBT querem criar a ideia absurda de que mais de 90% da sociedade inteira é homofóbica e está perseguindo-os com tochas de fogo ou pronta para enforca-los ou outra tortura semelhante.

A histeria com a qual o tema homofobia é tratado merece mais cuidado e também uma resposta realista: existem inúmeros motivos para um homossexual ter sido assassinado sem ter nenhuma relação com homofobia, entre os quais estão:

- homossexual que cometeu suicídio;
- homossexual morto por bala perdida;
- homossexual vítima de grave acidente.
- homossexual morto pelo parceiro de relacionamento;
- homossexual morto porque que devia dinheiro a agiotas;
- homossexual que se prostituía e foi morto pelo seu cafetão;
- homossexual morto por ter envolvimento com tráfico de drogas;

Enfim, a lista é interminável. E como se pode ver, nenhuma dessas formas de assassinato tem relação com homofobia. Portanto caro leitor, eu te faço um pedido: Não se deixe enganar! Quando a mídia divulgar qualquer notícia de algum homossexual que foi “vítima de homofobia”, tenha cuidado e analise a situação com a razão e não com emoção. Espere a polícia terminar a investigação para saber o verdadeiro motivo do crime. Por favor, menos histeria e mais razão!